A RádioCom 104,5 FM de Pelotas (comunitária) está com petição on-line para que ouvintes, apoiadores e simpatizantes possam pressionar o Ministério das Comunicações a agilizar o processo de aquisição de outorga da emissora. Nas últimas semanas a Polícia Federal, em operação conjunta com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), apreendeu equipamentos de rádios comunitárias não legalizadas encaminhando operadores e locutores ao presídio regional, o que não é competência da referida agência. A RádioCom entrou no ar e encaminhou pela primeira vez o seu pedido de outorga no ano de 2001. Atualmente, a rádio comunitária tem mais de 60 voluntários que fazem uma programação voltada para a comunidade tratando de assuntos relacionados à educação, à cultura local e às lutas dos movimentos sociais. Para assinar a petição online em defesa da RádioCom, clique AQUI.


on Mar 26th, 2008 at 1:01 pm
Assistam, no Blogoleone, vídeo em homenagem à Secretária Marisa.
on Mar 26th, 2008 at 1:14 pm
Marco, a mensagem do UOL chegou antes ou depois do artigo “Em defesa de uma mídia livre” na Carta Maior?
on Mar 26th, 2008 at 2:05 pm
Bem-vindo à nova casa!
Longa vida ao RS Urgente!!!
on Mar 26th, 2008 at 2:15 pm
Marco há algo errado com a fonte ou outro problema de softer na petion. Vou aguardar que seja corrigido o problema para depois assinar. Felicidades com a nova casa.
on Mar 26th, 2008 at 2:44 pm
Chegou depois, Eduardo. Recebi uma ontem à noite, consegui fazer mais uma postagem e hoje pela manhã fechou de vez a porta.
on Mar 26th, 2008 at 9:25 pm
oi marco,
não concordo com isso de tentar legalizar a rádio. pelo simples motivo que o problema não é pontual com a radiocom de pelotas, mas um problema abrangente.
talvez um abaixo assinado para mudar a lei seria mais útil ao invés de atacar problemas pontuais.
no mais, embora goste muito da radiocom, temo que a legalização possa torná-la bem comercial.
on Mar 27th, 2008 at 3:50 am
Marcos!
Parabéns pela casa nova! Já vou passar lá assinar a petição, mas concordo com o lucas, aí em cima, deveríamos pensar em uma forma de pressão para mudar a lei.
Abraços!