Myspace button
Submarino.com.br
Marco Weissheimer Rotating Header Image

"Agora, o mercado é o mundo"

“Os indivíduos e instituições precisam aprender a respeitar as forças e dinâmicas dos mercados”.

“A principal função do governo é buscar a eficiência do mercado, promovendo a livre concorrência e a disputa em prol da competição”.

“Só sobreviverão as empresas que se ajustarem ao novo cenário do mercado global”

“Mesmo com a crise do subprime, a globalização dos mercados permite que as empresas americanas mantenham-se competitivas”.

Jorge Gerdau Johannpeter, elogiando as virtudes do “livre-mercado” em palestra feita este ano no XXI Fórum da Liberdade, em Porto Alegre. O lema do evento era “Agora, o mercado é o mundo”. Nota-se.

9 Comentários on “"Agora, o mercado é o mundo"”

  1. #1 Anonymous
    on Oct 10th, 2008 at 6:38 pm

    Exatamente, o mercado é o mundo… “cão”!!!!

  2. #2 l gonzales
    on Oct 10th, 2008 at 7:12 pm

    neste exato momento o mondo Gerdau despenca entre 11 e 12% na Bovespa.

  3. #3 Carlos Eduardo da Maia
    on Oct 10th, 2008 at 7:30 pm

    Mercado é fato social e tem gente que é contra o fato social. Na verdade, essa é uma falsa questão, o que está em discussão hoje, com o tamanho da grande crise, é o gerenciamento do mercado mundial. A discussão passa distante da simplorice ideológica. O que efetivamente interessa é que deve haver — nesse imenso vasto mundo — algum controle sobre o livre mercado. O mercado não pode – e nem deve – por si só, circular livremente. Esta crise é do papel e de ativos que a gente não vê. É a crise do dinheiro virtual. É a crise da grana que é passada de um lado para outro pela via eletrônica. É dinheiro que parece não existir, que a gente não enxerga, não pega, não coloca no bolso e que circula alegremente por ai. É a crise do dinheiro sem peso, daquele que não é ouro. No final das contas, na hora do resgate, na hora de colocar a grana debaixo do colchão, o dinheiro desaparece, ele não existe. São transações de papel fictício, de valor imaginário, de conteúdo ilusório. Talvez essa crise seja da própria modernidade ou da pós modernidade. Afinal, que mundo estamos embutidos

  4. #4 Anonymous
    on Oct 10th, 2008 at 7:35 pm

    êta veinho flibusteiro esse, hein?

  5. #5 panoramix
    on Oct 10th, 2008 at 7:54 pm

    Dr.Johannpeter e seu eterno mercado, as forças livres do mercado e a força espiritual do mercado! E agora Jorge?

  6. #6 Nelson Antônio Fazenda
    on Oct 10th, 2008 at 8:12 pm

    Marco. O Sr Gerdau apenas repete a arenga de todo neoliberal. Depois de me “empanturrar” de subsídios públicos como ele e outros grandes empresários fazem – aqui no Brasil e em todos os países capitalistas do mundo, é bom que se diga -, até eu, que nada entendo de administração, me tornaria um empreendedor de sucesso. E, para preservar esses subsídios só para minhas empresas, poderia sair “arrotando” as virtudes do livre mercado…para os outros.

  7. #7 Lau Mendes
    on Oct 10th, 2008 at 9:10 pm

    É muito engraçado criatura vem aqui e diz: “não misturem ideologia com crise financeira”. Quando o assunto é bolsa família a baixaria é rápida em dizer que se trata de populismo de esquerda, dinheiro mal aplicado. E eles não ficam nem vermelhos ou verde ou cor de burro quando foge; escolham, mas fiquem com a vergonha de baterem tão solenemente na ação social mínima e ao mesmo tempo jogarem no cassino global em que se transformou o mercado financeiro mundial, que quando lucram é loas a usura, mas quando perdem chamem os povos a contribuir, socializem os prejuízos.

  8. #8 Anonymous
    on Oct 11th, 2008 at 1:58 am

    Socializar perdas para os capitalistas é regra, mas bolsa família é ofensa.Dá nojo dessa gente.

  9. #9 SBENTENAR
    on Oct 14th, 2008 at 12:58 am

    - ELES ENTENDEM QUE NÃO EXISTE VIDA INTELIGENTE DO OUTRO LADO. VADE RETRO!!! TUBARONI, COM DIZIA MINHA MÃE. QUANDO ENGORDAM A MAIS VALIA, É EMPREENDEDORISMO. QUANDO É NO “RETO” TORNAM0=NOS AGENTES “SOCIAIS”.

Deixe um comentário