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Professores em greve rejeitam punições

Do blog Sineta: Uma frente formada por deputados estaduais, federais e vereadores reuniu-se nesta manhã, no plenarinho da Assembléia. O objetivo é tentar abrir canais de diálogo e de negociação com o governo Yeda Crusius. O documento solicita a volta de negociação e o abono dos dias parados. A presidente do CPERS, Rejane Silva de Oliveira afirmou que não é possível fazer a defesa do piso nacional e receber em troca a punição dos trabalhadores em educação. “Ou o governo revê sua posição em relação ao abono das faltas ou a greve continua”.

Foto: Marco Couto/Agência Assembléia

5 Comentários on “Professores em greve rejeitam punições”

  1. #1 Anonymous
    on Nov 21st, 2008 at 10:10 pm

    Todo apoio a luta dos nossos bravos e heróicos educadores. Que o estado do RS não me faz passar mais essa vergonha de não querer pagar o Piso Nacional estabelecido pelo Governo Federal.
    Hannah

  2. #2 Leila
    on Nov 21st, 2008 at 10:55 pm

    Professores do estado do ceará pensam também em greve a luta não pode parar

  3. #3 Anonymous
    on Nov 22nd, 2008 at 2:45 am

    Se a governadora não pagar os dias parados, os professores estão desobrigados de recuperá-los. E o ano letivo precisa de um nº mínimo de dias letivos. Os professores são os únicos que fazem greve e não fazem, pois sempre recuperam os dias parados.Mas se esses dias forem descontados não há nenhuma razão para recuperar.Que decepção este governo da Yeda!

  4. #4 Anonymous
    on Nov 23rd, 2008 at 1:38 am

    Se a yeda cortar o ponto, então os professores não precisarão mais recuperar os dias parados. Quero ver ela contratar substitutos para todos esses profes.
    É muito triste: para si mesma Dª Yeda se autoconcedeu 143% de aumentos. Para os professores fica mesquinhando um mísero piso de 950,00. Só tem pra ela e pros seus submissos secretarios. Revoltante!

  5. #5 Anonymous
    on Nov 23rd, 2008 at 11:54 pm

    Como a governadora se contradiz, ela fala que precisa garantir o direito de aulas aos alunos dos professores grevistas, mas vai descontar dos professores os dias parados, retirando assim, o direito desses alunos a aula, visto que dá o direito de os professores não cumprirem seus 200 dias letivos pois não serão pagos para isso.

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