Myspace button
Submarino.com.br
Marco Weissheimer Rotating Header Image

Produtividade no magistério: um incansável esforço da mídia e a volta da fórmula Britto

Lupiscinio Pires escreve: “Após o fracasso da tentativa de prorrogação dos pedágios, pelo que se observa na grande mídia, todos os esforços serão concentrados na mudança do Plano de Carreira do magistério. A principal colunista política de Zero Hora, Rosane de Oliveira, sistematicamente traz noticias que envolvem o trabalho da Secretária Mariza Abreu. Se entregassem as noticias veículadas pela jornalista a alguém que residisse fora do Rio Grande do Sul, este sujeito acharia que se referem à uma publicação oficial da Secretaria da Educação.

Chegam a ser constrangedores os constantes elogios à política educacional implantada pela secretária Mariza Abreu. Não há questionamentos. Somente elogios. Repetitivos e insistentes. Sobre o projeto da produtividade pode-se fazer algumas indagações: 1)como ficam os salários dos inativos? 2) E a paridade entre os reajustes dos aposentados e professores que estão na tiva? 3)qual a garantia de reajuste para os inativos? Esta questão, nem de longe passa pela análise dos analistas políticos do Rio Grande do Sul.

É bom lembrar que um minstro da Previdencia de nome Antonio Britto desvinculou o salário do aposentado da vinculação com o salário mínimo. Todos sabemos o quadro desolador vivido pelo aposentados brasileiros depois desta alteração do reajustamento da aposentadoria. Certamente o ano de 2009 será repleto de noticias enaltecendo a política educacional da secretaria Mariza Abreu. Quem se posicionar contra será rotulado de “atrasado”, “jurássico”,”contra a gestão no serviço publico”. Mas desde já pode-se perguntar aos nobres deputados gauchos : Vai acontecer com os aposentados do magistério gaúcho , o que aconteceu com os aposentados brasileiros?

Hoje, estou convencido de que esta proposta vem ao encontro da política do déficit zero. Da maneira como está sendo apresentado na mídia, fica claro que a implantação da produtividade tem por objetivo diminuir a “fatia” percentual dos aposentados na folha de pagamento do magistério”.

14 Comentários on “Produtividade no magistério: um incansável esforço da mídia e a volta da fórmula Britto”

  1. #1 ana lucia
    on Dec 27th, 2008 at 1:50 pm

    É a hora dos professores se mobilizarem.Tem que entupir a caixa-postal dos deputados mostrando a situação calamitosa que ficarão os aposentados do magistério gaúcho.A propaganda dos chamados formadores de opinião ( os tradicionais oficialistas) vai ser impressionante.Vão “vender” para a opinião publica que isto se chama modelo de gestão.Mas na realidade trata-se de um jeito perverso de diminuir o que eles consideram um estorvo nas finanças publicas : o “peso” dos inativos.É um escandalo

  2. #2 lauro
    on Dec 27th, 2008 at 2:17 pm

    Já vi este filme antes.Ganhava a dez anos atras 8 salários minimos e agora recebo 4,7 Salarios minimos..Tenho 68 anos e se viver mais dez anos vou perceber 1 Salario minimo.Este é o “legado” Britto.Vão matar os inativos do magistério.FHC fez isto com os aposentados brasileiros e a tucana gaucha vai fazer isto no RS.

  3. #3 professora edna
    on Dec 27th, 2008 at 2:36 pm

    Os aposentados do magistério não receberão um centavo de correção de seus salários.Se os deputados aprovarem o que este governo está propondo não há o que comemorar.É o fim dos aposentados do magistério estadual.Vão minguar com seus parcos salários até atingirem 1 salário mínimo de provimentos.Alguém duvida?

  4. #4 arlindo
    on Dec 27th, 2008 at 3:53 pm

    É a fórmula tucana de governar.Uma parte pequena vai ter ganhos por causa da produtividade.E o resto vai ficar “congelada”.Só um cego não vê isto, ou …jornalista comprometido.Os aposentados? Bem…estes são um peso para o Estado…..

  5. #5 Lucas
    on Dec 27th, 2008 at 4:01 pm

    Caro Marco,

    O blog do Nassif mudou de endereço. Assim que puder, muda lá. Grande abraço.

  6. #6 silvia (Santa Maria)
    on Dec 27th, 2008 at 4:10 pm

    A questão da mudança do plano de carreira passa pela mobilização do magistério.Se a categoria espalhar pelo Rio Grande do Sul em out-dors e panfletagem o nome dos deputados da base de sustentação do governo, duvido que o projeto de arrocho salarial passe na Assembléia.É bom lembrar que 2010 está se avizinhando….

  7. #7 aluizio
    on Dec 27th, 2008 at 4:44 pm

    Qualquer mudança no plano de carreira terá que passar pela Assembléia.O PDMB e o PTB tem 14 cadeiras.Se sabe hoje que a opsição tem 20 votos.E a base tem como votos fiéis 21 deputados.A luta do CPERS será junto ao 14 deputados volateis (PMDB + PTBD).Resta saber se Alexandre Postal e seus companheiros vão assumir o desgaste da mudança do plano de carriera do magistério.Pelo que se viu na questão dos pedágios, a bancada do PMDB começou a “flexibilizar” o apoio a prorrogação dos pedágios.De um lado teremos a propaganda diaria da mídia e de outro lado a pressão forte dos professores contra as bancadas da base governista.Bendito 2010!

  8. #8 Anonymous
    on Dec 27th, 2008 at 6:27 pm

    É claro que essa menina é a “porta-voz-extra-oficial” dessa coisa que a “boiada-mais-politizada-do-país” colocou no Palácio Piratini. Quando essa outra coisa que é a secretária de educação era a secretária de educação de Caxias, o transporte escolar foi retirado em algumas regiões do interior do município. Foi um auê. E a magestosa coisa da educação deu a seguinte declaração…
    -As famílias que se acham prejudicadas que se mudem para um local mais próximo das escolas.
    A dita continuou sendo secretária até ser convidada pela Dona Pantalha.
    Teve eleições municipais e o PMDB foi reeleito com a maioria dos votos no interior do município.
    Povo politizado esse hein!!!
    Carlos

  9. #9 Anonymous
    on Dec 27th, 2008 at 11:55 pm

    Gostaria de saber a opinião dos deputados gaúchos sobre mais esse atropelo do governo Yeda -Marisa contra o magistério gaúcho.Não consigo entender porque uma ex-professora estadual- Marisa e uma professora universitária -Yeda tem tanto ódio dos professores públicos do RS.Se alguém souber, por favor, esclareça.Quanto a opinião da RBS, a gente sabe como funciona…o pior é que tem gente que acredita.

  10. #10 Anonymous
    on Dec 28th, 2008 at 7:15 pm

    Essa é a mesma moça que pediu emprestado um bilhão de dólares, nem recebeu todo o dinheiro e já está devendo um bilhão e duzentos.Quem sabe o Obama busca ela.

  11. #11 Teresinha Carpes
    on Dec 29th, 2008 at 10:33 pm

    Que descalabro está este Estado e a Capital!Fui no dia 23/12/2008 no Xchoping(?) Praia de Belas,e na saida,fiquei esperando o lotação Tristeza,abri minha bolsa me aproscimando de um (que eu pensei que era segurança)Azulsinho,que caneteava sem parar,multando a fusel,qualquer ser que ali passasse,tudo que era carro,estavam sendo multado!Por outro lado o Estado do Rio Grande do Sul,não tá nem ai em matéria de Fiscalização,nas estradas estaduais!Os motoristas de ônibus e de caminhão estão assassinando um monte de gente,e a Emprêsa Unesul,não é a primeira vez que seus ônibus provocam sérios desastres.E o Daer,o que faz,que não fiscaliza,quantas mortes serão nescessárias,para que este govêrno swe responsabilise por alguma coisa,os ônibus da Unesul,estão uma SUCATA!Não lembram o ônibus que caiu num rio,com os estudantes,no qual,nenhum se salvou?Era na época do Rigôtto,a imprensa botou a culpa no queridinho botocado governador?Nem pensar!Agora,são os caminhoneiros e os ônibus da Unesul,que estão matando!Até quando?Ahhhh…se fosse o PT,nos governos,municipais e estaduais!

  12. #12 André Egg
    on Dec 30th, 2008 at 12:01 pm

    Sou professor do Estado (não no RS) e escolhi a carreira pública principalmente por causa da estabilidade e das boas condições de aposentadoria.

    Mesmo assim, não considero justo que os inativos recebam os mesmos reajustes dos que estão na ativa. Não há que se desrespeitar os aposentados, mas o vínculo aos da ativa complica o orçamento deveras.

    Em relação à comparação com o salário mínimo, está desvantajosa porque no governo Lula o salário mínimo está tendo aumentos reais sistemáticos, tendo mais do que dobrado seu valor em relação a 2002. Obviamente não dá para todos os salários e aposentadorias acompanharem este ritmo.

    Temos que parar com esse negócio de ter orgulho de ganhar “tantos” mínimos. Lutemos por um salário digno, tanto como para quem ganha o mínimo como para quem ganha mais – espero que não precise ser muito mais…

  13. #13 Anonymous
    on Dec 30th, 2008 at 2:09 pm

    Pois é, Carlos. E dentro dessa boiada mais politizada do país, estão tb, infelizmente, muitos professores.
    Talvez isso se deva ao fato de que o nosso eleitorado, esquizofrenicamente, não consiga relacionar o voto que dão e as conseqüências que ele produz. É muito nítido o quanto as pessoas não se sentem responsáveis por esse estado de coisas.

    E, ao André Egg, digo que é uma pena que os nossos políticos não sejam tão parcimoniosos na hora de lidar com seus próprios salários e aposentadorias. Francamente, acho bastante ingênua esta posição, na medida em que o dinheiro economizado no pgto. dos salários mais baixos, não reverte, necessariamente, em benefício social. Em governos como o da Yeda, eles ajudam a financiar a corrupção. Penso que pgto. de salários justos é uma das melhores maneiras de se fazer a distribuição de renda, principalmente, quando se trata de gente que trabalhou e fez por merecer.

    Eugênio.

  14. #14 Angela
    on Jan 18th, 2009 at 7:03 pm

    Sou Professora estadual e acho que nosso plano de carreira precisa apenas ser cumprido.Ele é muito bom.É uma pena que para economizar no estado, queiram tirar da educação. Uma ótima idéia seria mudar o plano de carreira dos políticos que é vergonhoso.

Deixe um comentário