“Frente a estes graves fatos de atentados à vida e à humanidade, a Bolívia rompe as relações diplomáticas com Israel”, anunciou Evo Morales em um discurso feito diante de diplomatas estrangeiros no palácio de governo. O presidente boliviano também pediu a governos e organizações internacionais que condenem as ações israelenses e defendeu a retirada do prêmio Nobel da Paz entregue a Simon Peres.
Evo Morales lembrou que qualquer país pode apresentar denúncia contra os autores de crimes contra a humanidade, como genocídio e extermínio. “Os crimes do governo de Israel afetam a estabilidade e a paz mundial e fizeram o mundo retroceder à pior época dos crimes contra a humanidade desde a 2ª Guerra Mundial e, nos últimos anos, na ex-Iugoslávia e em Ruanda“, disse o presidente boliviano. Ele enfatizou ainda que a Bolívia é um país pacifista e não pode ficar apenas como um espectador diante do “genocídio que Israel comete contra a população civil na Faixa de Gaza”.
Há quem ache que esse tipo de decisão não tem nenhum efeito prático, por se tratar da Bolívia, um país da periferia do sistema político mundial, e pelo fato de Israel não reconhecer o Tribunal Penal Internacional. Mas a decisão de Evo Morales tem uma dimensão simbólica que aponta para algo que está fazendo falta no mundo: a força do exemplo. Como diz um velho adágio, a palavra convence, o exemplo arrasta. O aymara Evo Morales, hoje presidente da República boliviana, sabe do que fala quando usa a palavra “genocídio”. Juntamente com os quechua, os aymara foram submetidos durante séculos, a um regime de exclusão, extermínio e repressão. A realidade palestina não lhes é nada estranha.


on Jan 15th, 2009 at 12:24 am
Ainda há governantes com sangue e vísceras no mundo.
Sim, é um exemplo.
on Jan 15th, 2009 at 12:46 am
A cúpula do Governo Israelense deve estar debruçada sobre um mapa-mundi e toda plugada no goolge tentando descobrir aonde esta situada esta tal de Bolívia e quem é o tal de Evo.
Quando descobrirem, as gargalhadas serão ouvidas até na Sibéria.
on Jan 15th, 2009 at 12:55 am
Não tomar a mesma atitude que Chavez e Morales é consentir com esse genocídio.
C.
on Jan 15th, 2009 at 1:11 am
Ruy,você está equivocado ao imaginar que somente ações de grandes potências comerciais e militares é que importam. Esse é um típico pensamento de quem constrói relações baseadas na força. A solidariedade é um sentimento grande por natureza. Muito mais vale o gesto pacifista de Evo do que a arrogância militar dos EUA. Você, Ruy, só vai aprender isso quando – e se – nascer novamente. Nessa vida você já desperdiçou a chance. Uma pena!
on Jan 15th, 2009 at 1:17 am
Muito obrigado pelo comentário, Ruy. Ele é uma boa ilustração do argumento exposto no texto, como o Ary bem registrou.
on Jan 15th, 2009 at 2:47 am
Talvez, pelo perfil de refém do regime genocida, seja ele o mais indicado para representar a solidariedade que aliás não tem fronteiras.
Branca.
on Jan 15th, 2009 at 3:41 am
Aos blogueiros militantes
Já toquei nesse assunto e volto a fazê-lo.
Por mais q se diga, por mais q se postem provas e documentos, por mais que se apele aos fatos históricos, nada disso importa a um grupo d indivíduos q disseminam seus comentários pela globosfera de esquerda. Além do genocídio em Gaza, estamos presenciando, também, o genocídio da História. A direita hidrófoba não tem a menor preocupação em se ater aos fatos. O que existe é a história que eles inventam de acordo com a conveniência do momento.
Me reportarei a algumas postagens feitas nos blogues, para demonstrar o quanto o esforço de esclarecer e recuperar a História é como pregar no deserto. Por ex, a publicação do mapa da Palestina, inclusive como imagem do cabeçalho de um blog. Não tinha como não ver. Ali, está toda a evolução da ocupação da Palestina pelos israelenses, desde 1948. Ou artigo de Robert Fisk, onde essa passagem merece especial atenção: “Mas, ao assistir aos telejornais, seria de imaginar que a história começou ontem, que um bando de islâmicos anti-semitas, barbados e lunáticos subitamente irrompeu dos cortiços de Gaza e começou a disparar mísseis contra Israel, um Estado democrático e amante da paz, e por isso atraiu a justa vingança da Força Aérea israelense. O fato de que as cinco irmãs mortas no campo de Jabaliya tenham avós oriundos das mesmas terras cujos proprietários mais recentes as mataram em um bombardeio simplesmente não é mencionado.”
Ou então: “Em artigo para a Carta Maior no último dia 06, La Vieja afirmou, depois de pesquisar o assunto, que “Já se sabe que Israel preparava há seis meses o genocídio em Gaza. Também já se sabe que os ataques palestinos contra o sul de Israel, na noite do último dia 23, ocorreram em resposta à morte, pelo exército judeu, de cinco militantes das Brigadas de Ezedin al-Qassam, braço armado do Hamas. E se sabe ainda que, em novembro último, foi Israel que atirou a primeira pedra após o cessar-fogo estabelecido em junho, em incursões por terra e ar em Gaza, que resultaram na morte de 6 palestinos. Portanto, ainda que isso fosse historicamente relevante, não foi o Hamas que pôs fim ao cessar-fogo.”
Ou essa passagem: “… Porque haveriam os árabes de querer a paz? Se eu fosse um líder árabe nunca iria parlamentar com Israel. É óbvio: nós ocupamos a terra deles. É certo que Deus tinha-no-la prometido, mas que significa isso para eles?(…)Houve o anti-semitismo, os nazis, o Hitler, Auschwitz, mas que culpa tiveram eles? Os árabes apenas vêem uma coisa: que viemos para aqui, que roubamos as suas terras. Porque haveriam de aceitar tal coisa?….” Ex-Primeiro ministro David Ben Gurion – um dos fundadores do estado de Israel.
Extraído do livro “The Jewish Paradox”, de Nathan Goldman( ex-presidente do World Jewish Congress)”.
No entanto, a direita simplesmente aboliu a História como referência para qualquer avaliação sobre a situação no Oriente Médio, e faz tábula rasa de tudo isso! Assim como aboliu o fato do Hamas ter sido criado em 1986 e não em 1948. Como também aboliu o fato, por exemplo, de que o Irã não foi sempre uma teocracia de “aiatolás tresloucados”, e que quando tentou ser um pais democrático, no governo de Mossadeg, essa tentativa foi pisoteada pelos EUA, com um golpe de estado.
A direita simplesmente abole tudo o que é relevante nessa discussão! O que vale mesmo é dizer que “essa história está repleta de malvadezas”. Que todas os fatos tem o mesmo peso e a mesma medida.
No final das contas, o contraponto da direita a isso tudo se resume a um joguinho de frases de efeito, de mentiras e de cinismo. Isso sem falar, é claro, na enxurrada de ofensas e imbecilidades do tipo: ….”A patrulha ideológica da hipocrisia não perdoa. Os boizinhos têm que estar todos afinadinhos”…”Interessante o silêncio hipócrita do Marcon sobre a tirania do Hamas, financiado pelo estado medieval do Irã”…”resumiu muito bem a postura medíocre de certa esquerda ignorante no Caderno Mais da Folha do último domingo”.
Em nome do q temos que aturar isso??? Da democracia? Tenho uma opinião muito precisa a esse respeito: não são os nossos blogs que tem de ser democráticos. É a democracia e o acesso universal a Internet que precisam ser garantidos! Ali, todos, inclusive os fascistas que nos brindam com suas asquerosas presenças, podem construir os seus blogs e defender as barbaridades que bem entendem.
Sim, porque eles estão reivindicando, raivosamente, o direito de expressar a sua “opinião”, quando essa “opinião” significa, nada mais, nada menos, que defender a “idéia” de que um povo tem o direito de massacrar outro povo!!! Iremos debater ou pactuar com isso? A que ponto chegamos!!!
Nós, que reconhecemos o genocídio na Palestina, temos deixado clara a nossa posição. Mas também precisamos repensar o acesso de determinados indivíduos aos espaços que mantemos na internet, a custa do nosso esforço pessoal. Ainda mais, se considerarmos que alguns deles são profissionais, remunerados para cobrir a rede de blogs de esquerda com suas interferências, a fim de tumultuar os debates relevantes. Quem duvida disso, é só verificar a quantidade de comentários que alguns deles colocam na rede de blogs.
Esse momento é muito sério, pois além da guerra genocida, também se trava uma batalha de informação. Não podemos ficar tergiversando e aguentando essa verdadeira campanha fascista dentro de nossos espaços, só para parecer que somos tolerantes.
Alguém poderá dizer: mas precisamos saber o que essa gente pensa! E eu pergunto: mas ainda não sabemos??? E se precisarmos saber, é só ir nas suas fontes, sem precisar da intermediação desses garotos de recados.
Precisamos concentrar nossos esforços em questões mais objetivas, como foi o caso da denúncia desencadeada pelo RS Urgente em relação ao vergonhoso comportamento do deputado Adão Villaverde. Esse é o nosso papel: usar os nossos espaços para informar e cobrar coerência de quem elegemos. E não ficarmos batendo boca com fascistas de aluguel. Tenho certeza, que nesse caso, a blogosfera cumpriu o seu papel, ao tornar pública a pusilanimidade do deputado. Tenho certeza q deve estar pensando se valeu a pena trocar os votos da sua base pelas graças de um poder paralelo q não tem nenhum compromisso com ele.
Há uma coisa muito perigosa acontecendo em alguns blogs, onde se estabeleceu uma convivência promíscua entre opiniões sérias e sofismas fascista, entre trolls e antitrolls, numa espécie de ante sala do inferno, um vale tudo. Uma pena, por q essa lambança, mais cedo ou mais tarde, cobrará seu preço.
Temos q banir dos nossos blog esse flagelo da pós modernidade, onde tudo parece ser, não sendo, onde parece não fazer diferença ter essa ou aquela opinião. Temos q estabelecer uma referência, deixar claro que o nosso espaço é comprometido com idéias específicas, onde não há lugar para dubiedades, onde a história tem seu papel como norteador de nossas reflexões e onde um massacre não seja aceito como “medida legítima de autodefesa”.
Para finalizar, reproduzo esse parágrafo publicado no RS Urgente, sobre a decisão de Evo Morales de romper relações com Israel: “Há quem ache que esse tipo de decisão não tem nenhum efeito prático, por se tratar da Bolívia, um país da periferia do sistema político mundial, e pelo fato de Israel não reconhecer o Tribunal Penal Internacional. Mas a decisão de Evo Morales tem uma dimensão simbólica que aponta para algo que está fazendo falta no mundo: a força do exemplo. Como diz um velho adágio, a palavra convence, o exemplo arrasta.”
Se não for por tudo dito até aqui, se tudo o que pudermos fazer for dificultar o acesso dos fascistas aos espaços de opinião mantidos por nós, então q façamos esse pequeno gesto em nome da causa maior. Os que estão na frente de combate e sobreviverem, seja em Gaza, Iraque, Colômbia, México, Curdistão ou em qualquer lugar do mundo onde se tr
ava a luta contra o fascismo, tenho certeza, nos agradecerão.
Eugênio
on Jan 15th, 2009 at 3:55 am
Mas q ousadia daquele silvícola, ñ é Ruy? Se insurgir assim contra o povo eleito por deus!!!
Acho q pelo contrário, a cúpula israelense deve estar quebrando cabeça pra descobrir por q falhou aquele golpe secessionista na Bolívia, tramado pelo Philip Goldberg, junto com os racistas de Santa Cruz de la Sierra.
Eugênio
on Jan 15th, 2009 at 11:34 am
O Ruy é o tipo de pessoa que não tem noção do se passa na palestina ocupada por Israel. Ele acha, como muitos, entre estes os sionistas infiltrados no poder mundial. Que vidas não valem nada. Principalmente as de mulheres e crianças. E que ações como as de Evo, são nulas. Sabem, aquelas pessoas que pensam que o universo gira em torno do seu próprio umbigo, este é o Ruy.
on Jan 15th, 2009 at 7:10 pm
Louvável a medida tomada por Evo Moráles.
“O mundo não está ameaçado pelas pessoas más, mas, pelas que permitem a maldade” afirmava Albert Einstein.
Aqueles que se dizem amantes da paz e que assistem passivamente ao genocídio praticado pelo governo de Israel, em nada colaboram para a convivência pacífica entre os povos desse nosso mundão.
on Jan 15th, 2009 at 7:41 pm
Carta de intelectuais judeus ao New York Times, incluindo Albert Einstein, Hannah Arendt e Sidney Hook, dezembro de 1948.
Aos Editores do New York Times:
Entre os fenômenos políticos perturbadores de nossos tempos está a emergência no recém criado Estado de Israel do “Partido da Liberdade” (Tenuat Haherut), um partido político estreitamente assemelhado em sua organização, métodos, filosofia política e apelo social aos partidos Nazista e Fascista. Ele foi formado a partir de membros e seguidores do antigo Irgun Zvai Leumi, uma organização terrorista, facção direitista e organização chauvinista na Palestina.
A visita atual de Menachem Begin, líder deste partido, aos Estados Unidos é, obviamente, calculada no sentido de dar a impressão de apoio americano ao seu partido, por ocasião do advento das eleições israelitas e para cimentar laços políticos com os elementos Sionistas conservadores dos Estados Unidos. Vários americanos de reputação nacional têm emprestado seu nome para dar boas vindas a sua visita. É inconcebível que aqueles que se opõem ao fascismo no mundo, se corretamente informados sobre a história política e perspectivas de Mr. Begin, possam acrescentar seus nomes e apoio ao movimento que ele representa.
Embora esse irreparável perigo ocorra pela forma de contribuições financeiras, manifestações públicas a favor de Begin ou pela criação na Palestina da impressão de que um grande segmento da América apóia os elementos fascistas em Israel, o público americano deve ser informado sobre a historia e os objetivos de Mr. Begin e do seu movimento.
As promessas públicas do Partido de Begin não correspondem, quaisquer que sejam, ao seu caráter real. Hoje falam de liberdade, democracia e antiimperialismo, enquanto até recentemente pregavam abertamente a doutrina do Estado Fascista. É em suas ações que o partido terrorista denuncia o seu caráter real; de suas ações do passado podemos julgar o que dele pode ser esperado fazer no futuro.
Ataque sobre a Vila Árabe
Um exemplo chocante foi seu comportamento na vila árabe de Deir Yassin. Esta vila, distante das principais estradas e circundada por terras judaicas, não tomou nenhuma parte na guerra e chegou a contrariar o lado árabe que queria usar a vila como sua base. Em 9 de abril (The New York Times) bandos terroristas atacaram esta vila pacifista, que não era um objetivo militar na luta, matando a maioria de seus habitantes – 240 homens, mulheres e crianças – e mantiveram alguns deles vivos para desfilarem como cativos através das ruas de Jerusalém. A maior parte da comunidade judaica ficou horrorizada com aquela ação e a Agencia Judaica mandou um telegrama de pesar ao Rei Abdulah da Trans-Jordânia. Contudo, os terroristas, longe de se envergonharem de seu ato, ficaram orgulhosos com aquele massacre, divulgado amplamente e convidaram os correspondentes estrangeiros no país para testemunharem os cadáveres amontoados e a devastação geral em Deir Yassin.
O acontecimento de Deir Yassin exemplifica o caráter e as ações do Partido da Liberdade.
No interior da comunidade judaica eles têm propugnado uma mistura de ultra nacionalismo, misticismo religioso e superioridade racial. Como outros partidos fascistas eles têm sido usados para esmagar as greves e têm-se dedicado à destruição de sindicatos livres. Em seu lugar eles têm proposto sindicatos corporativistas no modelo fascista italiano. Durante os últimos anos da esporádica violência antibritânica, os grupos IZL e Stern inauguraram um reino de terror na comunidade Judaica Palestina. Professores foram espancados por se pronunciarem contra eles, adultos foram alvejados por não deixarem suas crianças juntar-se a eles. Por métodos de gangsterismo, açoites, quebra-vidraças e roubos em larga escala, os terroristas intimidavam a população e exigia-lhe pesado tributo. Os membros do Partido da Liberdade não têm nenhuma participação nos logros construtivos na Palestina. Eles não reivindicam nenhuma terra, nenhuma construção de habitações e apenas depreciam a atividade defensiva judaica. Seus esforços de imigração muito propagandeado foram diminutos e devotados principalmente para atraírem compatriotas fascistas.
Discrepâncias Observadas
As discrepâncias entre os bravos clamores que estão sendo feitos agora por Begin e seu partido e a história de sua performance no passado da Palestina não portam a marca de um partido qualquer. Esta é o selo de um Partido fascista, pelo qual o terrorismo e o embuste são os meios e o “Estado Regente” é o objetivo.
À luz das considerações anteriores, é imperativo que a verdade sobre Mr. Begin e seu movimento seja tornado conhecido neste país. É de toda maneira trágico que a liderança maior do Sionismo Americano tenha se recusado a participar da campanha contra os esforços de Begin, ou mesmo de expor aos seus constituintes os perigos para Israel do apoio a Begin. Os abaixo assinados, portanto, através deste meio de publicidade apresentam alguns fatos salientes que dizem respeito a Begin e seu Partido; e recomendam a todos os interessados a não apoiarem esta última manifestação do fascismo.
New York, 2 de dezembro de 1948
Assinaturas
Isidore Abramowitz, Hannah Arendt, Abraham Brick, Rabbi Jessurun Cardozo, Albert Eistein, Herman Eisen, M.D., Hayim Fineman, M. Gallen, M.D., HH. Harris, Zelig S. Harris, Sidney Hook, Fred Karush, Bruria Kaufman, Irma L. Lindheim, Nachman Maisel, Seymour Melmam, Myer D. Mendelson, M.D., Harry M. Oslinsky, Samuel Pitlick, Friitz Rohrlich, Louis P. Rocker, Ruth Sagis, Itzhak Sankowsky, I.J. Shoenberg, Samuel Shuman, M. Singer, Irma Wolfe, Stefan Wolfe.
on Jan 16th, 2009 at 12:20 pm
Evo é o melhor exemplo de presidente socialista da américa latina
Evo inverte prioridades e luta pela dignidade de ações coletivas e prioritárias para o desenvolvimento da humanidade
Por isso, possuí respaldo para ações afirmativas em defesa da vida como esta.
on Jan 16th, 2009 at 4:43 pm
Gostaria de entrar em contato com o senhor Marco Antônio. Tenho sido vítima de assédio moral, humilhação, assédio sexual ( vinculado à humilhação) por um grupo de pessoas pró-Israel.Sou professora da UERJ e a própria instituição tem sido atacada. A história é longa e envolve o Sr Marcos Szpilman do Instituto Aqualung, um médico da UFRJ ( que insinuou que eu era um aprostituta e poderia ligar para ele), assim como outros. Preciso fazer algo mais do que responder individualmente e gostaria de poder contar todo este infeliz acontecimento para que sua divulgação seja uma forma das pessoas não se intimidem com qualquer acusação de antissemitismo. A luta de Evo e de outros governantes e pacifistas se dá no cotidiano e tenho sofrido ataques diários deste grupo.
Infelizmente quando se afirma que está guerra é contra o Estado de Israel se está correto, pois o horror ao antissemitismo tem plantado ódio contra os israelenses e judeus. Isto é uma pena!
Simone Fadel
on Jan 16th, 2009 at 5:20 pm
Presumo que o Marco Antonio seja eu, Marco Aurélio. Pode entrar em contato pelo email de contato do blog, Simone (marcoweiss arroba uol ponto com ponto br)