“…porque a imensa maioria do povo brasileiro é feita de pessoas honestas e trabalhadoras, e para essa imensa maioria da população vale a pena estudar, trabalhar, lutar. Essas pessoas não merecem que a cúpula da organização social – que é a política, aquela que organiza a consulta sobre prioridades da população, quando se faz uma eleição, e escolhe quem vai dirigi-las – as traia…”
“…por muito menos outros dirigentes teriam se afastado, uma vez que sobre o presidente Lula e seu partido recaem as denúncias seqüenciais do presente período…”
“…não é pouco, é perigoso. Não é uma situação trivial, é algo violento…”
“…assumimos um desafio quando coisas desse tipo, como as denúncias sequenciais, acontecem; quando o Congresso tem de parar para investigar, denunciar, ouvir denúncias e não ter medo de intimidações…”
“…quanto à Daslu, os investigados estão presos, numa ação espetacular. E os investigados pelas CPIs?…”
“…quando nos param no aeroporto, na calçada; quando damos palestra; quando falamos com gente de todo tipo, gente simples, iletrada e letrada, e a pergunta é: – Não é caso de impeachment? Por menos, já não se disse que a pessoa que coordena com o seu partido esquema que se está transformando em aberto e teima em recusar sua responsabilidade não está sujeita a impeachment?…”
“…e nós, com nossa ação política, do PSDB, dizemos: olha, se todos, Câmara dos Deputados, Senado Federal, imprensa, Governo Federal, Ministério Público, respondermos dizendo sim, com seriedade e responsabilidade, às investigações; se todos pudermos juntos, acima dos partidos, enfrentar o que precisa ser mudado para consertar o estrago, pode-se sim chegar à conclusão de ser caso de impeachment…”
“…as últimas versões sobre os fatos, seus responsáveis, incluindo as declarações do senhor Presidente da República, assustam. Pela inverossimilhança…”
“…a Casa (Câmara dos Deputados) deve ser respeitada. Deve recuperar o seu respeito. O alerta que faço é sobre a oportunidade de, com essa crise, podermos consertar as estruturas que corrompem o poder. Estamos vivendo uma crise moral que está sendo repassada para os partidos políticos…”
“…atacar a corrupção significa dizer: só com isso, evitando que o Caixa 2 seja gerado e transferido, cortando a corrupção na fonte… poderíamos viver mais barato…”


on Feb 27th, 2009 at 3:15 pm
Além de Louka, visionária! Em 2005 externou o sentimento do povo gaúcho em 2009. A ela, só resta uma alternativa: pegar o boné!
Ah!! Mas isto é perigoso, pois o Barbicha ficou com o AP e ela com a “casinha”, que pode, a qualquer momento, ter que ser devolvida, então a coitadinha ficaria na rua.
on Feb 27th, 2009 at 3:50 pm
Marco Aurélio, fazem alguns dias que tenho pensado num de teus posts, acho que do dia 12/02: “Onde está Yeda?”. Nele tu falas da total ausência de informações sobre a agenda da governadora naquele dia, quando ela estava em meio ao seu “giro’ pelo país. Pois bem, já sabemos que naquela mesma semana ela se reuniu com Cavalcante, que no começo da semana seguinte foi encontrado morto em Brasília. Não seria interessante, uma ‘investigação’ jornalística que buscasse saber se a reunião com o ex-assessor da governadora não foi exatamente no dia em que ela esteve ‘sumida’? Se foi, qual seria o motivo de esconder este compromisso?
on Feb 27th, 2009 at 4:03 pm
Era inveja, agora sabemos. Mas ela superou com folga e tornou-se A “pessoa que coordena com o seu partido esquema que se está transformando em aberto e teima em recusar sua responsabilidade”.
Pergunta: – cadê os deputados interessados em resguardar os interesses do povo?
on Feb 27th, 2009 at 5:14 pm
A governadora veio à Brasília para pressionar o Marcelo.
on Feb 27th, 2009 at 5:53 pm
Em compensação, hoje ela não se arrisca a um passeio pela calçada.
on Feb 27th, 2009 at 6:04 pm
faço a mesma pergunta jean.
pela inoperância deles, acho que esta na hora de esquecermos nossos representantes e irmos nós mesmos reivindicarmos a verdade.
on Feb 27th, 2009 at 11:01 pm
Qué nooooooooooooojoooooooooooooo!
on Feb 28th, 2009 at 1:33 pm
Aqui em Brasília “não tem rua, não tem esquina e não tem calçada”, mas quando me param em algum lugar “parável”, me perguntam: não é caso de cadeia? Respondo que não. Não é caso de cadeia. É caso religioso: madre Pelletier resolve!
on Mar 2nd, 2009 at 1:38 am
Se ela tivesse vergonha na cara, renunciava para o bem do rs.