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“O Marcelo me dizia: Se for pro ar, eu tô ferrado. O governo cai no outro dia!”

A Polícia do Distrito Federal pediu mais 60 dias para investigar a morte do ex-chefe do Escritório de Representação do Rio Grande do Sul em Brasília, Marcelo Cavalcante. E a viúva de Marcelo, a empresária Magda Cunha Koenigkan, contratou um renomado advogado de Brasília para elucidar o caso. Ela diz ter material importante para esclarecer a morte: detalhes obtidos em conversas com Cavalcante que explicariam as pressões que ele vinha sofrendo meses antes de morrer. As informações são do jornalista Lucas Azevedo, em matéria especial sobre o caso no Jornal Já.

A matéria reproduz as seguintes declarações de Magda Koenigkan:

“Posso repetir o que o Marcelo dizia, e são coisas muito pesadas. Ele era totalmente pressionado e não estava de acordo com a administração do Sul. De repente, ele aparece boiando. Tive que contratar um bom advogado para descobrir a causa, já que nem eu nem a polícia de Brasília somos capazes disso.”

E menciona uma gravação entre Cavalcante e um integrante da campanha de Yeda, em 2006:

Na conversa, o ex-representante do governo se mostra estarrecido ao descobrir que parte do dinheiro arrecadado para a campanha tomou outro fim. “Foi aí que tudo começou. Essa gravação dele, que mostra coisa não legais. Eu já vi várias vezes. O Marcelo me dizia: ‘Se for pro ar, eu tô ferrado. O governo cai no outro dia!’ Era a peça importante pro governo.”

A matéria fala ainda da relação entre Marcelo Cavalcante e Walna Vilarin Meneses, atual Coordenadora de Ações Administrativas do Gabinete da governadora:

“Marcelo Cavalcante e a misteriosa assessora toda-poderosa Walna Vilarin Meneses, formavam em Brasília, entre 2002 e 2006, o gabinete da então deputada federal Yeda Crusius. Com o lançamento da candidatura ao Piratini, Yeda manteve o seu núcleo de trabalho, incorporando a ele mais funções e poder. No final do ano passado, Walna voltou à Capital Federal, quando esteve com Cavalcante”.

Leia aqui a íntegra da matéria

1 Comentário on ““O Marcelo me dizia: Se for pro ar, eu tô ferrado. O governo cai no outro dia!””

  1. #1 Anonymous
    on Apr 17th, 2009 at 4:24 pm

    Precisamos de um Hugo Chavez. Está tudo podre. Somente uma revolução para mudar o que aí está.

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