O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra inicia hoje (4) um jejum por tempo indeterminado em defesa da Reforma Agrária e contra a criminalização da luta pela terra. Cinqüenta sem terra participam do protesto em frente ao prédio do Ministério Público Federal, na Praça Rui Barbosa, no centro de Porto Alegre.
As famílias do acampamento Jair da Costa, em Nova Santa Rita, afirmam que o despejo do acampamento, de dentro de um assentamento, é uma ação política e parte do processo de criminalização que os movimentos sociais sofrem no Rio Grande do Sul. A alegação do Ministério Público Federal para pedir o despejo é de que o acampamento se encontra em área de preservação ambiental. Segundo o MST, isso não é verdade: “o acampamento está em uma área coletiva do assentamento, enquanto a área de preservação localiza-se em outro ponto do assentamento”.
Os sem terra lembram ainda que acampamentos já foram despejados de dentro de latifúndios, de áreas cedidas por pequenos agricultores – como em Coqueiros do Sul, da beira da estrada, como em Sarandi, e agora até mesmo de dentro de um assentamento. Por outro lado, o MST questiona porque o Ministério Público Federal não cobra o cumprimento do Termo de Ajuste de Conduta, proposto pelo próprio MPF ao INCRA, que estabelecia o assentamento de 2 mil famílias até o final do ano passado. Apenas 500 famílias foram assentadas depois da assinatura do TAC, diz o movimento.

on May 4th, 2009 at 9:48 pm
Que vergonha a reportagem do Alexandre Oltramar sobre o Mst e o promotor gaúcho, mais um factoide fascista. O promotor na fotografia mais parece um assecla de Hitler do que um defensor do povo. Quanto as escolas do MST, são autorizadas tanto pelos governos federal, como pelo Estadual. A sanha do nazistão deixou até sua amiga Governadora Yeda, que se borrou toda com a tentativa fechamento das escolas itinerantes, pois seriam mais três mil crianças a colocar em sala de aula. E a Dona Yeda está fechando classes de aula e não abrindo. Agora, sem a lei de imprensa da ditadura, a Veja terá que responder na justiça comum as diabruras de seus jornalistas. Tive o desprazer de ler esta matéria num consultório de um médio, pois eu é que nunca compraria tanta besteira. Ainda bem que a Internet e seus blogueiros estão colocando as verdades ao povo brasileiro.