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Creches comunitárias de Porto Alegre pedem socorro

Irineu Luiz Piovesan envia relato sobre a difícil situação vivida pelas creches comunitárias de Porto Alegre:

“Assessoro varias creches comunitárias em Porto Alegre, e estas estão tendo uma enorme dificuldade para reajustar o valor dos convênios. A prefeitura quer reajustar em 4,37% quando o reajuste do salário dos educadores e demais trabalhadores foi de 10% na media geral (convenção coletiva Senalba e Secraso). Bom,se a prefeitura reajustar o repasse num valor inferior ao reajuste dos salários vai ocorrer um enorme aperto nas creches.

Os salários foram reajustados pela convenção em abril. Assim as entidades estão “enforcadas”. Muitas não repassaram o valor do reajuste aos trabalhadores, outras deixando de pagar encargos sociais ou outras obrigações. Pelas informações da presidente do Fórum Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, Nelcinda Aguirre da Silva, a prefeitura esta irredutível e as entidades pensam em fazer manifestações para sensibilizar a prefeitura e sociedade, inclusive suspendendo as atividades, num gesto extremo”.

6 Comentários on “Creches comunitárias de Porto Alegre pedem socorro”

  1. #1 Remindo Sauim
    on Jun 10th, 2009 at 4:07 pm

    E o Fogaça quer ser Governador.

  2. #2 Suzie
    on Jun 10th, 2009 at 4:38 pm

    Não podemos esquecer : Fogaça estava empregado na FIERGS e RBS ,quando saiu candidato para a Prefeitura.
    Querem o quê?
    Defesa dos mais pobres, dos funcionários públicos?
    Com certeza não!
    “OBRAS” solamente!
    O mesmo vale para o Estado.

  3. #3 Pablo
    on Jun 11th, 2009 at 2:18 pm

    Este foi um dos motivos da sonora vaia que o Fumaça levou na abertura da Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, realizada na semana passada. O “homi” perdeu o rebolado e tentou sair da mesa, mas foi impedido pelo povo. Isso não deu em nenhum jornal , rádio ou TV.

  4. #4 Nelcinda
    on Jun 11th, 2009 at 10:54 pm

    Sou Nelcinda presidente do Forum Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Porto Alegre a pessoa que falou primeiro na abertura da Conferencia que o Pablo falou,nos as entidades não governamentais estamos preparando varios manifestos contra a decisão do Fogaça que quer repassar somente 4.37%para os programas conveniadas como as creches comunitarias, Sase, trabalho educativo, abrigos etc. Sociedade Portoalegrense venha defender os direitos das crianças e dos adolescentes em relação a educação de qualidade. Contato 33158057 /32255697

    ^

  5. #5 Paulo Dornelles
    on Oct 15th, 2009 at 10:19 am

    Primeiramente afirmo, sou apartidário e não estou defendendo oPrefeito Fogaça. Mas cria-se um grande debate em torno das dificuldades das creches. No meu bairro uma familia se apossou de uma creche, e colocou funcionários desqualificados, fumantes,mas são ligados a diretora da creche. Recebem a verba da prefeitura, em torno de 13 mil reais e alegam que gastam 75 por cento em folha de pagamento.E cobram de cada familia 70 reais. O Sr. que fez o estudo poderia fazer uma auditoria e vai verificar que a maior causa da dificuldade é a falta de vergonha.

  6. #6 Antonio F. A. da Silva
    on Jan 5th, 2011 at 4:31 pm

    CARTA ABERTA Á SOCIEDADE
    Nós, Agentes Auxiliares de Creche, trazemos por meio desta Carta Aberta à Sociedade, o conhecimento das dificuldades que enfrentamos no dia-a-dia em relação ao cumprimento de nossas atribuições e na promoção do bem estar das crianças matriculadas na educação Infantil, nas creches do Município do Rio de Janeiro, que permanecem sob nossa guarda no período de oito a dez horas, diariamente.
    Prestamos concurso para o cargo Agente Auxiliar de Creche da Cidade do Rio de Janeiro, em que o nível de escolaridade exigido para o concurso foi o nível fundamental. O edital conjunto SME/SMA Nº. 08, de 24 de julho de 2007 do concurso relatava que em nossas atribuições básicas ou específicas, teríamos que participar com e auxiliar o “educador” nas atividades das rotinas diárias.
    O que encontramos como realidade é bem diferente da redação de nossas atribuições inerentes ao cargo para o qual prestamos concurso. Na prática, não temos a presença do educador em sala e o número de agente auxiliar de creche por turma não corresponde a real necessidade de 25 crianças. Que precisam de apoio em sua higiene básica; serem protegidas para que não sofram acidentes e orientadas pedagogicamente para o seu perfeito desenvolvimento psicofísico.
    Várias são as possibilidades de pequenos acidentes acontecerem diariamente, por ter apenas um agente, sozinho, tomando conta de muitas crianças por uma ou duas horas. Ficando, também sob a responsabilidade deste mesmo agente, a elaboração e execução do planejamento pedagógico, bem como a avaliação do desenvolvimento de sua turma.
    Nós, agentes auxiliares de Creche, nos sentimos em desvio de função, sem qualificação para tal e sem estarmos recebendo o real valor para que estejamos executando esta função.
    Apesar de fazermos parte do Proinfantil (Programa de Formação Inicial para Professores em Exercício) que é exclusivo para Professores Leigos, o Município do Rio de Janeiro não nos considera profissionais do Magistério.
    O Proinfantil chegou para regularizar a situação do Município do Rio de Janeiro em relação à LDB e assim poder receber os recursos do Fundeb/Fundef e Banco Mundial.
    Sem mais, subscrevemo-nos acreditando que juntos podemos desenvolver uma verdadeira educação que faça a diferença neste país tão assolado pelo descaso com a educação de seu povo.
    AGENTES AUXILIARES DE CRECHE.

    http://professoresdeeducacaoinfantil.blogspot.com/

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