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O pai do bebê japonês

 Nos corredores da Assembleia Legislativa conta-se uma historinha: no dia em que o diretório do PDT decidiu não obrigar seus deputados a assinar a CPI da Corrupção,  ouviu-se um estrondoso foguetório em Caxias do Sul. Antes de contar a razão dos foguetes, contudo, é preciso lembrar que, quando a CPI do Detran expôs as vísceras do governo Yeda derrubando meia dúzia de secretários estaduais, a governadora comparou a crise ética a um “bebê japonês” que lhe teria caído no colo. Pois bem, sem a instalação da nova CPI da Corrupção, o povo gaúcho jamais descobrirá o nome do pai do “filho” japonês de Yeda. Mas o que tem a ver os foguetes de Caxias com isso? Ora, os mais informados sabem que o pai desnaturado do bebê fez carreira política a partir de lá. (Maneco)

5 Comentários on “O pai do bebê japonês”

  1. #1 giovani montanher madruga
    on Jun 22nd, 2009 at 6:06 pm

    é verdade. para ajudar os desavisados, caso o prefeito de uma importante cidade gaucha de seu partido não concorra ao estado, ele será o provável candidato.
    não esqueçamos de um amigo seu, figura importante no quebra-cabeça da operação rodin, que ocupava a secretaria diretamente ligada a autarquia. espero os desdobramentos do caso, inclusive os relativos ao Grêmio. sumiços estranhos aconteceram quando este ocupava cargo por lá, os quais não quis averiguar.

  2. #2 Gilmar Crestani
    on Jun 23rd, 2009 at 12:53 pm

    Marco, a falida rede Alfred de Hotéis explica as relações da famiglia caxiense com o tesouro do Estado. Haja o que houver, aconteça o que tiver de acontecer, o arlequim de dois senhores, caxiense, sempre esteve com quem distribui o FUNDOPEM. Antes, agora e sempre. A Procuradoria Geral do Estado tem engavetado alguns processos de cobrança, talvez cumprindo o mesmo papel do Guardião: chantagem!

  3. #3 edu
    on Jun 23rd, 2009 at 2:42 pm

    O bebe é japones ou arabe??

  4. #4 Lúcio
    on Jun 23rd, 2009 at 2:47 pm

    Moro em Caxias do Sul. Quem esteve por aqui na época da eleição de 2008 deve ter notado o RIO DE DINHEIRO que foi jogado aqui sem a menor cerimônia para reeleger o Sartori (PMDB).
    Segundo o Busattinho, o PMDB consegue grana no Banco dos Gaúchos…
    Se o Sartori, por algum motivo (comprovação de dinheiro irregular na campanha, por exemplo…) perdesse o mandato, o vice, que é do PDT, cairia junto. E ele seria o próximo candidato da coligação, segundo acordo firmado ainda quando da primeira eleição: O PMDB ficaria por dois mandatos e depois passaria a bola. As coisas começam a fazer sentido… Kalil é de Caxias, do PDT, e não quer a CPI. Rigotto é de Caxias, do PMDB, tudo indica que o esquemão começou no governo dele, e não quer a CPI… Simom tambem não quer…
    Alguem aí precisa de mais dicas para juntar os pontos e montar o desenho?
    Lúcio

  5. #5 Neli
    on Jun 23rd, 2009 at 3:43 pm

    Um fato é cristalino, o bebê de yeda teve a sua gestação no período do governo Rigotto/PMDB.

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