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A polícia política de Yeda Crusius

A Polícia Civil do RS anunciou hoje que indiciou o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Celso Woiciechowski, e a presidente do Centro de Professores do Estado (CPERS-Sindicato), Rejane Silva de Oliveira. Para a polícia, os sindicalistas teriam cometido peculato e crime contra a honra na campanha de outdoors contra a governadora Yeda Crusius (PSDB), veiculada entre maio e junho deste ano. O peculato se deveria ao fato de “a CUT ter pago a campanha”.

A medida confirma a transformação dos órgãos de segurança do Estado em polícia política da governadora tucana, acusada pelo Ministério Público Federal de integrar uma quadrilha instalada no aparelho de Estado. Não é a primeira medida repressiva contra dirigentes sindicais em função de protestos contra o governo estadual. A presidente do CPERS foi indiciada também pelo protesto realizado recentemente em frente à casa da governadora. Durante atos públicos, assembléias de sindicatos e manifestações de protestos contra o governo, agentes da PM2 atuam disfarçados de fotógrafos para registrar imagens de manifestantes.

O sistema de escutas Guardião já foi utilizado para espionar adversários políticos. O chefe de gabinete da governadora, Ricardo Lied, foi acusado pelo ex-Ouvidor de Segurança do Estado, Adão Paiani, de utilizar o aparato de segurança do Estado para tal fim. O mesmo Lied, acompanhado de um delegado de polícia, esteve envolvido na estranhíssima visita ao ex-presidente do Detran, Sérgio Buchmann, para pedir que ele interferisse em uma ação policial, avisando o filho que estava prestes a ser preso.

O rosário de absurdos e irregularidades é longo. E não deve parar por aí. Nos últimos dias, a governadora realizou várias reuniões com a Casa Militar, além de ter se “aconselhado” com o ex-comandante da Brigada Militar, coronel Paulo Mendes, aquele que pediu uma mãozinha para Chico Fraga (outro acusado de formação de quadrilha) na sua indicação para o comando da Brigada.

Um servidor da Brigada Militar assassina pelas costas, com um tiro de calibre 12, um sem terra.

E o Ministério Público assiste a tudo isso em silêncio.

29 Comentários on “A polícia política de Yeda Crusius”

  1. #1 Orson
    on Aug 31st, 2009 at 1:25 pm

    E o MPE vai continuar com esta atitude de avestruz até o término do “governo” Yeda. Pois não devemos esquecer que a atual Procuradora foi escolhida pela “Governadora”, por “uma questão de gênero”, não sem antes ser devidamente orientada por PSDBistas como: Carlos Otaviano e Luçardo. É uma falácia a tal “idependência” funcional e institucional do MPE em relação ao Poder Executivo Estadual.

  2. #2 Cláudio Engelke
    on Aug 31st, 2009 at 1:41 pm

    Quando é que vão entrevistar o delegado lá de São Gabriel? Em vários crimes de repercussão os delegados não saiam da midia ( caso Kliemann, Daudt, Becker e tantos outros).Onde se enfiaram agora?

  3. #3 Jens
    on Aug 31st, 2009 at 2:03 pm

    No RS, e lei e a justiça não contam para os cupinchas da governadora. A Véia é a rainha do “cercadinho.” (vide Diário Gauche).

  4. #4 Sílvio Alexandre
    on Aug 31st, 2009 at 2:41 pm

    O que é aquele aparato tod na expointer hem?
    A mulher tá se borrando!!!

  5. #5 Joey
    on Aug 31st, 2009 at 3:27 pm

    Honra? Yeda Cruz Credo!

  6. #6 Fabrício Bittencourt Nunes
    on Aug 31st, 2009 at 3:32 pm

    Quando o sistema se sente deslocado do “baile da democracia”, chama a direita brutal, que prende, bate e viola qualquer vínculo jurídico de garantia individual.
    É o caso do governo gaúcho.
    Espanta – de fato – a parcialidade de classe com que se move o Ministério Público estadual. Os promotores, em regra, escondem as opções ideológicas que via-de-regra trazem do estrato social a que pertencem…

  7. #7 Dr. Alienista
    on Aug 31st, 2009 at 5:11 pm

    Realmente os promotores escondem a formação ideológica do estrato social a que pertencem… Eu diria mais, às vezes nem escondem e colocam a cabeça para fora, como fez a promotora-fazendeira Lisiane Villagrande, que usou do cargo para defender suas propriedades e as dos colegas da classe “produtora” rural. Quanto à polícia, nada de novo, pois o aparato repressor do Estado sempre esteve a serviço das classes dominantes. Adoram lamber os sapatos dos burgueses – dos latifundiários, dos industriais e dos banqueiros. Esse sentimento de total subserviência, de culpa, é posteriormente descarregado (desrecalcado) no couro dos pelados, dos pobres e dos remediados.

  8. #8 Nelson Antônio Fazenda
    on Aug 31st, 2009 at 5:28 pm

    Marco, quem não consegue fazer uso das armas da razão, tem que se valer da razão das armas.

  9. #9 Ary
    on Aug 31st, 2009 at 5:56 pm

    Esperavam o quê de uma ré no governo? Logo, logo, o slogan desse gover-ninho será: “Cada um no seu quadrado”.

  10. #10 Fernando
    on Aug 31st, 2009 at 6:40 pm

    Escuta, então dá uma idéia, uma sugestão. Que tal junto com o concurso público seja exigido um atestado de pobreza? Para ser juíz ou promotor um exame social detalhado, um perfil ideológico claro, de esquerda, sem dúvida. Que tal jogar todos os códigos e a constituição no lixo, e botar na lei, “todo burguês é culpado, mesmo que prove o contrário”. O que me desgasta é que são idéias com as tuas que fazem a direita mais raivosa e reacionária se refestalar rotulando a esquerda como um bando de fascínoras adoradores de Pol Pot e Josef Stalin.

  11. #11 ralf oliveira
    on Aug 31st, 2009 at 6:50 pm

    Imperium merum !

    Ave Yeda !

  12. #12 gaúcho
    on Aug 31st, 2009 at 7:48 pm

    O ministério público estadual foi cooptado pelo executivo estadual e não é de agora, há uma sintonia ideológica de boa parte do MP com o governo do momento.

    São vários os promotores/procuradores no secretariado de Yeda, ou seja, participando de um governo marcado pela corrupção, num claro constragimento a atuação independente do órgão.

    Uma instituição republicana não pode participar de nenhum governo, não pode se vincular a nenhuma administração.

    O MP, hoje, é uma instituição sob suspeição!

  13. #13 Getúlio
    on Aug 31st, 2009 at 8:15 pm

    A YRC deu uma boa ré no RS!

    Getúlio.

  14. #14 Hélio Sassen Paz
    on Aug 31st, 2009 at 8:23 pm

    Não existe parcialidade em âmbito social algum. Além disso, as leis sempre foram criadas e julgadas à luz do interesse oligárquico, já que a esmagadora maioria dos advogados concursados pertence a famílias do estamento erradamente chamado pelas pesquisas de opinião como “classe: AB.

    Pra entender isso, só mesmo retornando à história: Portugal era uma aristocracia vulgar que trouxe a escória para dirigir grandes porções de terra. A nobreza lusa veio corrida de Napoleão – a quem temia por coerção – e da Inglaterra, a quem devia até o pescoço.

    As raízes do latifúndio, da preferência pela exportação de commodities ao invés de procurar desenvolver ciência e tecnologia e de investir em educação e saúde vem de longe. E a favelização, a marginalidade e a exclusão começaram com o fim da escravidão – exatamente no momento em que os negros foram libertados com uma mão na frente e outra atrás.

    O Rio Grande do Sul é um dos lugares de MENTALIDADE (não de economia ou cultura) mais atrasadas do continente. Não que os “adiantados” sejam aqueles que elegeram o PT. Mas havia até então a última nesga de um partido e de princípios que faziam valer a pena seguir acreditando na democracia representativa.

    O RS é reacionário. Não apenas por causa do trabalho da Farsul, da Federasul e da FIERGS financiando a RBS, mas porque o moral judaico-cristão da nossa maioria branca é racista e “paneleiro”, isto é, quem é da mesma religião ou da mesma etnia se protege e faz de tudo pra evitar que um “forasteiro” prospere na sua região.

    Então, a política de cotas, o ProUni, o Bolsa Família e uma série de medidas que poderiam ter sido até mais radicalizadas não são apenas necessárias para o momento: trata-se da única possibilidade de tentar reverter o quadro. Senão, o RS continuará sendo a terra do falso “mito do gaúcho”.

    []‘s,
    Hélio

  15. #15 Giovani Felice
    on Aug 31st, 2009 at 9:13 pm

    Caro Marco
    Eu raramente discordo do que escreves. Então, acho que devo dizer qual é a minha discordância. Tu afirmas: ‘Um servidor da Brigada Militar assassina pelas costas, com um tiro de calibre 12, um sem terra.’
    Não é verdade! Foi Alguém, disfarçado de brigadiano, que assassinou Elton Brum. A RBS, pelo Jornal do Almoço, noticiou fartamente como é fácil comprar um roupa de brigadiano em uma loja credenciada. Não é difícil concluir que Alguém tenha comprado sua roupa de brigadinao lá (ou em outra loja). Acho mais: que podemos imputar todos crimes do Governo Yeda Cruzes a Alguém!
    Um abraço.

  16. #16 marli
    on Aug 31st, 2009 at 10:09 pm

    O MPE do RS é uma pouca vergonha. eles esqueceram o que significa ser um promotor de justiça. Por uns trocados a mais no seu já polpudo salário.
    Vergonhoso!

  17. #17 Teresinha Carpes
    on Aug 31st, 2009 at 10:30 pm

    Gente!!Estamos vivendo,num vilarejo,sem lei!O MP estadual,e a des-governadora,tão se vingando!É a “Cozza Nostra”!!!A rádio Pampa,amanhece e anoitece elogiando esta senhora das pantalhas,e xingando o Presidente Lula,a Ministra Dilma e o Ministro Tarso Genro!!Será que os petistas estão tão pobres,e não podem colocar em toda a mídia “Um A Pedido”???Na Band é a mesma coisa,o Milton Cardoso,as 23 horas(e não venham com a churumela de quererem me convencer que não tem ninguém ouvindo,só porque vcs não ouvem!!!Temos que fazer um movimento sim agora é contra estas emissôrAs de rádio,que é a ÚNICA IMPRENSA QUE MAIS DE 90% DO POVÃO ESTÃOOUVINDO,não venham me convencer que o Papai Noel existe,por favor!!!!

  18. #18 reynaldo torres
    on Aug 31st, 2009 at 10:42 pm

    Prezados
    as perguntas que ninguem se faz neste desgoverno são:
    - onde andará a segunda parcela daquele famigerado emprestimo que a quadrilha fez no final do ano passado???? clausula de não assumir dívidas caso contrário nada de din-din…
    - e a falácia do défit zero, como ficará com a prospecção de precatórios de tooooooooooodo o funcionalismo público que merecidamente depois de 12 anos recebeu a aplicação da lei britto??? alguem sabe de que montante estou falando???? 25 bilhões!!!!!

  19. #19 Lau Mendes
    on Aug 31st, 2009 at 10:48 pm

    Vem aí o “AY – 5″. E dá-lhe yncompetência. Agora falta pouco para nos taparmos de nojo.

  20. #20 Denise
    on Aug 31st, 2009 at 11:02 pm

    Ary, segundo consta ela já tá num quadradinho, ou cercadinho, na expointer. Fazendo estágio, dizem que cheio de políciais em volta… Pena dos pobres animais, que merecem melhor companhia!

  21. #21 Moses
    on Sep 1st, 2009 at 12:19 am

    Caro Fernando,
    semana passada respondi a um comentário teu mais ou menos sobre isso, falando daquela promotora. Tive esperança de que pudéssemos debater, mas talvez tu não tenhas lido.
    Em linhas gerais, o que tu ironizas no comentário do Alienista é o que a imensa maioria dos países faz: tratam de evitar a imediata identificação dos membros da magistratuta e do MP (naqueles onde há diferenciação) com alguma classe social específica. Como? Não pagando salários que atraiam para a magistratura apenas cidadãos da elite. O juiz precisa ser um cidadão comum, identificar-se com os problemas da maioria das pessoas. O que hoje ocorre é que eles comungam dos espaços, dos meios de transporte, das perspectivas de vida, enfim, de tudo com as classes abastadas, e isso pq um salário de 20 mil permite. Isso é muito mais, em termos absolutos ou relativos, do q ganha um juiz na Inglaterra ou nos EUA.
    Nossos tribunais têm por tradição rejeitar as ações populares. Pode ter certeza de que, se ao juiz o salario não garantisse a matrícula dos filhos no Leonardo da Vinci, eles tratariam de forma distinta as ações objetivando medidas concretas (verbas) para as escolas. Se o juiz tivesse que andar de metrô, como faz qualquer novaiorquino, ou seja, se além de motorista – como em muitos casos – não tivesse acesso garantido pelo salário aos melhores carros, pode ter certeza de que o transporte público seria diferente.
    Há um ótimo livro do Desembargador Portanova, Motivações Ideológicas da sentença. Com alguma profundidade, ele mostra que o juiz que sempre foi locatário tende a favorecer o locatário, e o juiz estancieiro não titubeia em proteger a propriedade, sem cogitar em avaliar qualquer outro direito. Portanto, não é absurdo dizer que os juízes defendem as elites, tampouco nisso identificar um grave problema pra nossa democracia.
    Grande abraço!

  22. #22 Mario Rangel
    on Sep 1st, 2009 at 9:46 am

    Não precisa ter atestado de pobreza ou pefil “de esquerda” para ser promotor. Não bastaria seguir a constituição, não é verdade?

    Mas quem fez a constituição, não foi a elite, através de seus representantes no Legislativo? E para defender quem? Me diga Fernando: quando a justiça é feita em favor do pobre? Se este não tem nem dinheiro para sobreviver, quanto mais pagar um “bom” advogado? É só ver o caso do sem terra assassinado em São Gabrilel. Por que ele foi morto? Onde está o assassino?

    Por que o MST invadiu a fazenda Southal? Porquê a “justiça” deu uma liminar impedindo a desapropriação da área. Me diga Fernando, quanto o “dono”, o Seu Southal, pagou para embargar o processo?

    Isso é Justiça?

    Sim, o Estado defende a elite. E a direita é raivosa sempre. Pois ela não quer abrir mão dos seus privilégios históricos. E a “Justiça”, nada mais é do que o braço “legal” da opressão.

    É sim, somente com muita luta, que o pobre (coitado) pode galgar ascenção social, pois se depender da elite, morre pastando.

  23. #23 Jorge Loeffler
    on Sep 1st, 2009 at 10:40 am

    A perseguição é covarde. O atual Chefe de Polícia conheço muito bem. Em 1999 encaminhou ao CSP um PAD sem vergonha, no qual ao invés de me ouvir dando-me o direito ao contraditório, juntou cópia de depoimento meu num IP de outra Comarca. Resultado, fui avisado por um colega e fui ao CSP onde recorri pedindo a anulação do feito. Este é o atual Chefe de Polícia que inclusive em dezembro passado mandou uma Delegada da Corregedoria passar dos dias em Capão com o propósito de me ouvir, pois queria que eu dissesse que o Delegado Tubino viera investigar o conselheiro JO do TCE, o que não é verdade. Por aí vocês podem aquilatar o tipo de Chefe que a Polícia Judiciária na qual trabalhei por mais de trinta anos tem hoje. Que termine logo este desgoverno. Se algum deputado ler isto e desejar, digo o mesmo na Assembléia com o propósito de desmascarar essa situação que lembra muito, mas muito mesmo os idos de1964.

  24. #24 Katarina Peixoto
    on Sep 1st, 2009 at 11:26 am

    Em toda paranóia pode haver um núcleo de lucidez. Tanto ódio à organização popular e à resistência a essa ocupação tenebrosa do Piratini só pode ser resultado do desprezo pela democracia e pela lei. Horror.

  25. #25 Fernando
    on Sep 1st, 2009 at 12:06 pm

    Me desculpa, Moses. Mas não posso aceitar que um juiz resuma toda sua magistratura como simplesmente posição social. Quando os juízes mandam soltar presos pelas condições das masmorras em que os presos são estocados, será por eles terem alguma identifcação com os apenados? Não são os salários dos juízes e promotores que são altos demais, são dos profesosres, técnicos científicos, etc, que são baixos demais. Eu estudei em colégio particular, fiz cursinho, passei na UFRGS, fiz pós no exterior e morei nos Estados Unidos. Tenho um irmão juiz, que negou liberdade provisória ao irmão de uma conhecida minha, perua de coluna social, que foi pego com um fardo de ecstasy numa festa. Isso que ele nem tem direito a cela especial. Isso me faz um latifundiário? A única “área” que tenho é a área de serviço do meu apartamento na Cid. Baixa, recém quitado.

    Só fico arrepiado quando o judiciário passa a olhar demais para a parte, e de menos para a lei. Quando isso acontece, o que fazer com a lei? Botar no lixo? Seguindo a lógica de alguns, todos os ditos “ricos” são culpados, seja pelo simples fato de serem “ricos”. E os “pobres” são inocentes, pelo fato de serem “pobres”. Isso pode ser qualquer coisa, menos justiça.

    Eu detesto é ranço de idéias, o mesmo que meus amigos de direita usam quando me chamam de “Comuna Veuve Cliquot”, ou o “O Vermelho da Gorlero”.

    Então vamos ser claros. Revolução! Justiça revolucionária!

    Aí realmente eu encerro a discussão e fico quieto. Até para não sentar no banco dos réus.

  26. #26 Marco Aurélio Weissheimer
    on Sep 1st, 2009 at 12:07 pm

    Bah! Tinha me esquecido disso, Giovani. Matou a charada…

    abraço

  27. #27 Fernando
    on Sep 1st, 2009 at 12:08 pm

    Concordo em gênero, número e grau.

  28. #28 Hélio Sassen Paz
    on Sep 1st, 2009 at 1:54 pm

    Um “amigo” de adolescência que certa vez revelou a amigo de infância (este sim, sem aspas – um verdadeiro irmão) que acha normal que um réu ou vítima ganhe o caso pagando o juiz. Pior: acha que deveria aceitar, se fosse o caso.

    Vem de uma tradicional família de advogados gaúchos.

    E aí? Mesmo sem provas, mesmo na base do disse-me-disse e sem poder jogar todos em uma vala comum, não consigo crer no Judiciário.

    Além disso, não dá pra crer na Aneel nem na Anatel, pois ambas autarquias possuem mais votos das empresas do que do Governo e da sociedade civil.

    Por isso, ou a corrupção no RS só irá pegar peixes pequenos, ou os acusados só serão definitivamente tidos como réus e posteriormente condenados quando estiverem octogenários E moribundos.

    Então, é por isso que não defendo a democracia representativa, já que ela não representa os interesses diretos do eleitor e do cidadão.

    http://www.trezentos.blog.br/?p=2193
    http://demoex.net/es
    http://personaldemocracy.com/

    []‘s,
    Hélio

  29. #29 Maria de Lourdes
    on Sep 2nd, 2009 at 11:36 am

    Marco, acho que não deveria por esta foto dela no nosso blog. Assim que eu entro no blog,eu tenho uma alegria imediata… ” O MEU SONHO COMEÇA A SE REALIZAR, A JUSTIÇA É SOBERANA E FUNCIONA”, aí cai a ficha e eu fico muito decepcionada,a minha utopia está cada vez mais difícil.

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