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Inquérito sobre morte de Marcelo Cavalcante é prorrogado por mais 90 dias

O Ministério Público do Distrito Federal concedeu mais 90 dias para que a Polícia Civil analise o caso envolvendo a morte do ex-representante do governo Yeda Crusius em Brasília, Marcelo Cavalcante, diz nota publicada hoje no Correio do Povo. O procurador Marcelo Leite Borges, responsável pelo tema, disse que não irá ceder informações sobre o caso para a CPI da Corrupção.

O corpo de Cavalcante foi encontrado no lago Paranoá, em Brasília, no dia 17 de fevereiro. Em abril, a Polícia Civil do Distrito Federal já havia pedido mais 60 dias para investigar a morte. Em julho, foi feito novo pedido de prorrogação. Naquele mês, a Polícia ainda não tinha recebido dos bancos e das operadoras de telefonia os dados sobre a movimentação financeira e as conversas telefônicas do ex-assessor tucano.

2 Comentários on “Inquérito sobre morte de Marcelo Cavalcante é prorrogado por mais 90 dias”

  1. #1 Jens
    on Oct 3rd, 2009 at 11:42 am

    Mais uma morte “insolúvel” ou seria um crime perfeito? A máfia do Uzbequistão agradece, penhorada, à brava, leal e competente polícia de Brasília.

  2. #2 Jorge Loeffler
    on Oct 3rd, 2009 at 12:08 pm

    Este é um caso simples de ser resolvido. Encontrado morto num lago. Necropsia revela seguramente a causa mortis e não só pode como deve ser tal IP concluído e remetido ao Poder Judiciário em 30 dias, assim diz a legislação processual penal. O Delegado de Polícia auando entende ter razãoes para não obedecer tal praco, requer ao Magistrado prazo mais dilatado e não ao Ministério Público com consta da matéria. As razões desta demora é que intrigam e me levam a uma conclusão óbvia, ou seja, tal retardamento tem o propósito explicito de encobrir a verdade sobre a mesma a fim de proteger um governo corrupto que temos aqui no sul. Essa Polícia Judiciária de Brasília está sendo movida por razões políticas e não técnicas. Aliás, o mesmo aqui ocorre, pois temos a Polícia Judiciária na qual militei por mais de trinta anos, hoje vergonhosamente servindo a um governo e não ao povo do estado, o que é lamentável.

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