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Reforma na casa de Yeda foi feita com dinheiro público. Governo diz que é legal

Deputados da oposição que integram a CPI da Corrupção afirmaram, hoje à tarde, ter documentos que comprovam o uso de dinheiro público na reforma da casa comprada pela governadora Yeda Crusius no final de 2006, logo após o segundo turno das eleições. Segundo a presidente da CPI da Corrupção, deputada Stela Farias (PT), há empenhos da Casa Militar do Estado, relativos à compra de materiais de construção e móveis por parte do Estado. Os deputados Daniel Bordignon (PT) e Paulo Borges (DEM) viram uma nota fiscal em uma loja de material de construção, de Porto Alegre, que teria como local de entrega a rua Araruama, 806.

Ainda segundo os deputados da oposição, pelo menos um dos valores dos materiais de construção e móveis adquiridos pela Casa Militar seria idêntico ao de uma nota fiscal, cujos produtos adquiridos foram entregues na casa de Yeda. Entre esses produtos estariam pisos de borracha utilizados em garagens e móveis com temas infantis que teriam sido destinados aos netos da governadora.

No início da noite, o chefe da Casa Civil, Otomar Vivian, admitiu as compras, mas alegou que elas foram legais e teriam sido efetuadas com aprovação do Tribunal de Contas. A alegação de legalidade vem acompanhada, no entanto, de um longo silêncio. Em janeiro de 2008, ao ser informado da compra de móveis infantis por parte do governo estadual, o deputado Raul Pont (PT) requisitou o processo ao Palácio Piratini. A resposta veio através de um e-mail de Fátima Sanhudo, chefe de assuntos administrativos da Casa Civil, que recomendou a Pont que encaminhasse um pedido de informações ao Executivo. O e-mail de Sanhudo foi mandado com cópia para duas pessoas: Iara Wortmann, na época chefe de gabinete de Yeda Crusius e Walna Villarins Menezes, assessora especial da governadora.

Na manhã desta quarta, quando acessaram o sistema de informações do governo, os deputados da oposição constataram que o processo não tinha sido arquivado, como seria o procedimento correto, permanecendo aberto. Segundo o documento, o montante pago foi de R$ 6.005,00.

7 Comentários on “Reforma na casa de Yeda foi feita com dinheiro público. Governo diz que é legal”

  1. #1 Eduardo Londero
    on Oct 7th, 2009 at 10:14 pm

    Essa gente é muito má com a professorinha de Taubaté.

  2. #2 Giovani Blumenau SC
    on Oct 7th, 2009 at 10:40 pm

    É surreal!!! Yeda é o vôo mais rasteiro da RBS até hoje!! Antônio Britto e Rigotto são café pequeno. Não imagino outra coisa que não seja o aparecimento de diálogos comprometedores da própria clepto-governadora e da platinada dos pampas. Talvez por isso batem em qualquer mensageiro: O negócio é desqualificar a mensagem, qualquer que seja…

  3. #3 gerson luis miltzarek
    on Oct 8th, 2009 at 10:04 am

    É uma injustiça com a Yedinha. A mulher mora num barraco e precisa de verba pública para torná-la digna de ser a morada da Senhora Governadora do RS.

  4. #4 André Vinicius Jobim
    on Oct 8th, 2009 at 10:18 am

    Este é o novo jeito de mobiliar!

  5. #5 Denise
    on Oct 8th, 2009 at 11:13 am

    Quer dizer, compra a casinha com dinheirinho não contabilizado… reforma e mobilia com dinheiro público e isso não é improbidade!!!!! Deus do céu.

  6. #6 RICHARD WEISSHEIMER PEREIRA
    on Oct 8th, 2009 at 7:54 pm

    Como gaúcho e hoje residindo em FLORIANÓPOLIS , tenho um sentimento de repulsa a esta senhora PAULISTA larápia.

    Custa-me acreditar que o povo gaúcho foi capaz de eleger uma candidata Paulista, para governar o ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, nada contra São Paulo , mas já basta o que a podre elite branca paulista , vem fazendo nos seus 14 anos de desgraça e desmando na política do ESTADO.

    Espero sinceramente que a tradição , a honra e a dignidade do povo Rio Grandense, volte ao bom senso e corrija esta aberração política patrocinada pelo grupo RBS, o senhor PEDRO SIMON e outras porcarias que não vou ficar perdendo tempo em citar.

    RICHARD WEISSHEIMER PEREIRA

  7. #7 jose carlos lima
    on Oct 9th, 2009 at 12:02 pm

    Sei.
    Esta foi a “reforma agrária” da Yeda.
    Apenas na casa dela.

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