Depois de gozar dois meses de férias, a assessora especial de Yeda Crusius, Walna Vilarins Meneses, foi exonerada no dia 20 de novembro último. Indiciada na Operação Solidária e ré na ação civil de improbidade administrativa ajuizada pelo Ministério Público Federal que tramita na Justiça, o destino de Walna ainda é desconhecido.
As férias de Walna foram interpretadas pela oposição como uma estratégia para evitar a sua convocação pela CPI da Corrupção. Cogitava-se, inclusive, que ela seria transferida para Brasília, onde ocuparia a chefia do escritório de representação do Rio Grande do Sul, posto ocupado por Marcelo Cavalcante, cujo corpo foi encontrado boiando no Lago Paranoá, em fevereiro deste ano.







on Nov 25th, 2009 at 11:19 am
Por via das dúvidas, sugiro que ela fique longe de lagos e represas, para não ser “suicidada” como aquele outro…
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on Nov 25th, 2009 at 2:13 pm
Por falar em Marcelo Cavalcante, alguém sabe informar onde anda o inquérito policial sobre sua morte! Parece que a polícia de Brasília anda meio atrapalhada, não? Mas dizem por aí que Walna é uma pessoa muito previdente contra fatalidades da natureza e já tratou de espalhar dossiês com amigos! Sabe como é; para morrer basta estar viva!
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on Nov 25th, 2009 at 3:04 pm
Ele deve aparecer logo pra receber alguma condecoração do governo por serviços prestados,que nem o Lied.
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on Nov 25th, 2009 at 4:31 pm
Ser suicidada no Paranoá!
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on Nov 25th, 2009 at 8:51 pm
FRAUDES NO DETRAN GAÚCHO
CNMP abre investigação contra procuradores do caso Yeda; ANPR reage
Da Redação - 25/11/2009 - 17h26
O CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público) decidiu abrir procedimento administrativo para investigar os seis procuradores da República responsáveis pela força-tarefa que apura o esquema de desvios de recursos do Detran do Rio Grande do Sul.
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A sindicância atende a pedido da governadora Yeda Crusius (PSDB), que acusa os procuradores Enrico de Freitas, Alexandre Schneider, Adriano Raldi, Fredi Éverton Wagner, Ivan Marx e Jerusa Burmann de terem criado um “circo político” para divulgar o caso e reclama do fato de ter sido mencionada como ré da ação civil pública.
Em agosto, o MPF (Ministério Público Federal) gaúcho pediu o bloqueio de bens e o afastamento de Yeda do cargo. Três meses depois, no entanto, o TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) retirou a governadora do processo por entender que, como agente política, ela não poderia ser processada por improbidade administrativa, somente por crime de responsabilidade. O esquema teria causado um rombo de R$ 44 milhões aos cofres do Estado entre 2003 e 2007.
Em nota divulgada nesta quarta-feira (25/11), a ANPR (Associação Nacional dos Procuradores) sai em defesa dos procuradores e destaca que a sindicância não trata da proposição da ação em si, mas do modo como ela foi divulgada. Ainda assim, a instituição ressalta que, como agentes públicos, os procuradores têm o dever de “prestarem contas de seu trabalho à sociedade”.
Na entrevista coletiva em que a ação de improbidade foi anunciada, os procuradores detalharam o funcionamento do esquema, que envolveria, além de Yeda, deputados federais e estaduais e um ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado, dentre outros agentes públicos. Segundo a Procuradoria, eles formaram um “verdadeiro Bureau do Crime”.
Vazamento
Na época, Yeda acusou o ministro da Justiça e pré-candidato ao Palácio do Piratini, Tarso Genro, de ser o mentor da investigação. Com o vazamento da ação, que corria sob segredo de Justiça, Tarso chegou a insinuar que teriam sido os advogados da defesa os responsáveis pela quebra sigilo, o que levou o Conselho Federal da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil a interpelá-lo judicialmente no STF (Supremo Tribunal Federal).
Leia a seguir a íntegra da nota da ANPR:
Nota de apoio
A Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) vem a público manifestar irrestrito apoio aos Procuradores da República integrantes da força-tarefa do Ministério Público Federal no Rio Grande do Sul (MPF/RS), designada para atuar no caso das fraudes do Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN/RS), contra os quais foi determinada a instauração de sindicância pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).
A ANPR esclarece que a decisão do Corregedor Nacional do Ministério Público, da qual ainda cabe recurso ao Plenário do CNMP, não diz respeito ao ajuizamento da Ação de Improbidade Administrativa contra a Governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius, e outros réus, mas, apenas, a supostas irregularidades na sua divulgação. Além disso, a mera instauração da sindicância não implica qualquer juízo condenatório.
Os Procuradores da República exercem a missão constitucional de investigar e provocar o Poder Judiciário de maneira impessoal, independente e apartidária, sendo a divulgação das ações que propõem mera decorrência da necessidade de, como agentes públicos, prestarem contas de seu trabalho à sociedade.
A ANPR confia na serenidade e no senso de justiça dos Conselheiros do CNMP, que sempre se pautaram pelo respeito à independência funcional dos membros do Ministério Público.
Brasília, 25 de novembro de 2009.
Antonio Carlos Alpino Bigonha
Procurador Regional da República
Presidente da ANPR
Daqui http://ultimainstancia.uol.com.br/noticia/CNMP+ABRE+INVESTIGACAO+CONTRA+PROCURADORES+DO+CASO+YEDA+ANPR+REAGE_66792.shtml
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on Nov 25th, 2009 at 11:21 pm
Só sei que a aposentadoria dela vai ser mil léguas maior do que a minha.
Ódio!
Abraço no blog
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on Nov 26th, 2009 at 6:38 am
Walna será agraciada com alguma destas medalhas que a Pescoçuda adora distribuir e, depois, terá um busto em bronze dentro do palácio, como retribuição aos bons serviços prestados ao Bureau!
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