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A “pacificação presidencial” da América Latina

O presidente Barack Obama distanciou os Estados Unidos de quase toda América Latina e Europa ao aceitar o golpe militar que derrubou a democracia hondurenha em junho passado. O apoio ao processo eleitoral garantiu para os EUA o uso da base aérea de Palmerola, em território hondurenho, cujo valor para o exército estadunidense aumenta na medida em que está sendo expulso da maior parte da América Latina. Obama abriu a brecha ao apoiar um golpe militar, repetindo uma prática dos EUA bem conhecida na América Latina. O artigo é de Noam Chomsky, alertando sobre os riscos de que a experiência hondurenha se repita em outros países da América Latina.

1 Comentário on “A “pacificação presidencial” da América Latina”

  1. #1 Jorge Nogueira
    on Jan 7th, 2010 at 10:50 am

    O Chomsky já dito que nas eleições dos EUA haviam dois candidatos de duas facções de um mesmo partido.

    O único avanço na eleição do Obama foi a vitória do preconceito racial, que pode voltar contudo de acordo com a forma pela qual ele conduzir a sua gestão (que até aqui não encontra grandes divergências com a política de Bush):

    http://blogdomonjn.blogspot.com/2009/12/guerra-justa-de-obama.html

    http://blogdomonjn.blogspot.com/2009/11/o-pacifismo-de-obama.html

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