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	<title>Comments on: Saiba como o déficit zero é sustentado por uma campanha de desinformação</title>
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	<description>Política, Economia, Cultura &#38; Outras Amenidades</description>
	<lastBuildDate>Tue, 07 Feb 2012 14:49:37 +0000</lastBuildDate>
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		<title>By: Luis Armidoro</title>
		<link>http://rsurgente.opsblog.org/2010/03/20/deficit-zero-e-sustentado-por-campanha-de-desinformacao/comment-page-1/#comment-20578</link>
		<dc:creator>Luis Armidoro</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 11:07:27 +0000</pubDate>
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		<description>Caros Marco e amigos do RS

O déficit zero é outro fetiche imposto pela tara neo-liberal. Mas é um fetiche seletista, pois:

1 - Deve-se cortar o investimento em áreas sociais (saúde, educação e previdência pública que se danem; e as pessoas que se virem)

2 - A grana de impostos (não nos esqueçamos que o governo trevoso de FHC foi o que mais aumentosu impostos no país) vai para rentistas (detentores de títulos públicos, que praticamente não pagam nada de impostos e taxas de administração - que são despejadas no lombo do camarada que um trocado aplicado no banco).

É interessante ver a expressão de terros na cara de banqueiros quando bancos públicos crescem e emprestam dinheiro a taxas menores, e cobram taxas também menores de administraçaõ sobre papéis públicos. Aí, se defendem, reclamando da intervenção indevida no mercado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caros Marco e amigos do RS</p>
<p>O déficit zero é outro fetiche imposto pela tara neo-liberal. Mas é um fetiche seletista, pois:</p>
<p>1 &#8211; Deve-se cortar o investimento em áreas sociais (saúde, educação e previdência pública que se danem; e as pessoas que se virem)</p>
<p>2 &#8211; A grana de impostos (não nos esqueçamos que o governo trevoso de FHC foi o que mais aumentosu impostos no país) vai para rentistas (detentores de títulos públicos, que praticamente não pagam nada de impostos e taxas de administração &#8211; que são despejadas no lombo do camarada que um trocado aplicado no banco).</p>
<p>É interessante ver a expressão de terros na cara de banqueiros quando bancos públicos crescem e emprestam dinheiro a taxas menores, e cobram taxas também menores de administraçaõ sobre papéis públicos. Aí, se defendem, reclamando da intervenção indevida no mercado.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>By: giovani montagner madruga</title>
		<link>http://rsurgente.opsblog.org/2010/03/20/deficit-zero-e-sustentado-por-campanha-de-desinformacao/comment-page-1/#comment-20574</link>
		<dc:creator>giovani montagner madruga</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 00:29:47 +0000</pubDate>
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		<description>oportunas tanto a pergunta quanto a resposta.
obrigado a ambos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>oportunas tanto a pergunta quanto a resposta.<br />
obrigado a ambos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Hélio Sassen Paz</title>
		<link>http://rsurgente.opsblog.org/2010/03/20/deficit-zero-e-sustentado-por-campanha-de-desinformacao/comment-page-1/#comment-20572</link>
		<dc:creator>Hélio Sassen Paz</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Mar 2010 22:52:24 +0000</pubDate>
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		<description>Caríssimo Sr. Adão Paiani,

Enfim... Minha pergunta foi por curiosidade e também por aprendizado. Tua resposta foi bem mais abrangente do que esperava. Agradeço muito à tua atenção.

Aproveito vários dos pontos que levantaste para uma nova pergunta - já contando com o teu amplo conhecimento na matéria:

- Até que ponto podemos confiar no Judiciário se todos os teus relatos a este blog confirmaram-se plenamente? Em função de tantos disparates, estranho que os criminosos não tenham sido mantidos algemados e encarcerados.

Caso o Judiciário seja honesto, ele está sendo ágil? Como leigo e muito desconfiado que sou, infelizmente creio que a banalização do segredo de justiça se deve a juízes e procuradores que fazem parte da mesma rede social dos criminosos, a fim de tentar cozinhar os processos em banho-maria até que sejam esquecidos pela mídia (inclusive a corporativa, pois ela precisa de um instrumento simbólico para exercer o seu poder de barganha) e pela esquerda?

[]&#039;s,
Hélio Sassen Paz
Prof. ComDig Unisinos
http://www.unisinos.br/digital/
Hipertexto - 2010/1</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caríssimo Sr. Adão Paiani,</p>
<p>Enfim&#8230; Minha pergunta foi por curiosidade e também por aprendizado. Tua resposta foi bem mais abrangente do que esperava. Agradeço muito à tua atenção.</p>
<p>Aproveito vários dos pontos que levantaste para uma nova pergunta &#8211; já contando com o teu amplo conhecimento na matéria:</p>
<p>- Até que ponto podemos confiar no Judiciário se todos os teus relatos a este blog confirmaram-se plenamente? Em função de tantos disparates, estranho que os criminosos não tenham sido mantidos algemados e encarcerados.</p>
<p>Caso o Judiciário seja honesto, ele está sendo ágil? Como leigo e muito desconfiado que sou, infelizmente creio que a banalização do segredo de justiça se deve a juízes e procuradores que fazem parte da mesma rede social dos criminosos, a fim de tentar cozinhar os processos em banho-maria até que sejam esquecidos pela mídia (inclusive a corporativa, pois ela precisa de um instrumento simbólico para exercer o seu poder de barganha) e pela esquerda?</p>
<p>[]&#8216;s,<br />
Hélio Sassen Paz<br />
Prof. ComDig Unisinos<br />
<a href="http://www.unisinos.br/digital/" rel="nofollow">http://www.unisinos.br/digital/</a><br />
Hipertexto &#8211; 2010/1</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Adão Paiani</title>
		<link>http://rsurgente.opsblog.org/2010/03/20/deficit-zero-e-sustentado-por-campanha-de-desinformacao/comment-page-1/#comment-20570</link>
		<dc:creator>Adão Paiani</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Mar 2010 22:01:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://rsurgente.opsblog.org/?p=5209#comment-20570</guid>
		<description>Prezado Hélio:


Como a resposta ao teu questionamento foge do tema proposto no post, e não é curta, antes peço a devida licença ao Marco para desviar o assunto; pois não gostaria de perder a oportunidade para alguns esclarecimentos.

No final de 2006, fui convidado pelo Deputado Federal Enio Bacci (PDT), já chamado por Yeda para integrar o governo como Secretário de Segurança, para fazer parte de um grupo de transição na SSP; fazendo um mapeamento da pasta, um relatório do cenário a ser encontrado e um planejamento estratégico para a nova gestão.

Seria uma participação episódica, de não mais de trinta dias, não remunerada, mas que me interessou pela experiência que me proporcionaria, uma vez que nunca havia atuado no setor público. Depois disso, voltaria a Anápolis/GO, onde exerço a advocacia, mantenho escritório e estou hoje.

O convite foi pessoal, na cota do então Secretário, motivada por uma relação de confiança e respeito mútuo de mais de vinte anos, iniciada no período em que morei em Lajeado e ele, ainda estudante de direito, iniciava na política. 

Passado o período de transição, veio o convite do então Secretário para que eu assumisse a Ouvidoria, onde, então, pesou a afinidade profissional, pois nós dois somos colegas na advocacia criminal e assim, com conhecimento técnico e jurídico, além de trânsito nos diferentes órgãos da Segurança Pública; o que facilitaria o trabalho a ser realizado. Como hoje, já estava absolutamente descomprometido ideologicamente; muito embora um histórico familiar e pessoal de militância na esquerda. 

Se o critério tivesse sido político, eu jamais teria entrado no Governo. Sempre foi de conhecimento do Secretário Bacci que Yeda Crusius não tinha sido minha candidata nem no primeiro, nem no segundo turno. E olha que voltei ao Sul somente para votar, nos dois turnos.

Ao aceitar o convite, sabia onde estava me metendo. Nunca me esqueço de uma frase que escutei de um servidor da SSP, nos primeiros dias da gestão Bacci, dentro do Gabinete dele, com relação ao que acontecia no DETRAN: “Se houver justiça nesse país, e essas falcatruas forem denunciadas, tem gente que vai sair algemada desse prédio”. Não precisou de muito tempo prá isso acontecer, como sabemos. 

Pode parecer oportunista dizer isso agora, depois de tudo, mas é a verdade. E isso não me exime nem apaga de forma alguma minha participação nesse governo; sequer o fato de, posteriormente, ter me filiado ao PSDB. Sempre achei mais eficiente lutar dentro do sistema do que de fora dele; desde que se mantenha a coerência, a ética, a combatividade e a vergonha na cara. E minhas escolhas são fruto dessa percepção. 

Certo ou errado é assim que penso. Já não tenho mais idade de fugir das contradições, e arco com o ônus disso. Entrei no momento que julguei adequado, não me afastei um milímetro daquilo que acreditava, fiz o que achava certo e fui saído pelos fatos que são de conhecimento público. 

Sendo uma pedra no sapato de muita gente, minha permanência no governo por mais de dois anos foi um verdadeiro milagre. Não facilitei a vida deles; nem quando estava dentro, nem quando saí. Só isso já fez valer a pena.

Como não sou profissional da política, e não preciso dela para sobreviver, pouco me importa a quem vou desagradar. 

Não sei se respondi a tua pergunta, mas acho que é isso.

Abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Hélio:</p>
<p>Como a resposta ao teu questionamento foge do tema proposto no post, e não é curta, antes peço a devida licença ao Marco para desviar o assunto; pois não gostaria de perder a oportunidade para alguns esclarecimentos.</p>
<p>No final de 2006, fui convidado pelo Deputado Federal Enio Bacci (PDT), já chamado por Yeda para integrar o governo como Secretário de Segurança, para fazer parte de um grupo de transição na SSP; fazendo um mapeamento da pasta, um relatório do cenário a ser encontrado e um planejamento estratégico para a nova gestão.</p>
<p>Seria uma participação episódica, de não mais de trinta dias, não remunerada, mas que me interessou pela experiência que me proporcionaria, uma vez que nunca havia atuado no setor público. Depois disso, voltaria a Anápolis/GO, onde exerço a advocacia, mantenho escritório e estou hoje.</p>
<p>O convite foi pessoal, na cota do então Secretário, motivada por uma relação de confiança e respeito mútuo de mais de vinte anos, iniciada no período em que morei em Lajeado e ele, ainda estudante de direito, iniciava na política. </p>
<p>Passado o período de transição, veio o convite do então Secretário para que eu assumisse a Ouvidoria, onde, então, pesou a afinidade profissional, pois nós dois somos colegas na advocacia criminal e assim, com conhecimento técnico e jurídico, além de trânsito nos diferentes órgãos da Segurança Pública; o que facilitaria o trabalho a ser realizado. Como hoje, já estava absolutamente descomprometido ideologicamente; muito embora um histórico familiar e pessoal de militância na esquerda. </p>
<p>Se o critério tivesse sido político, eu jamais teria entrado no Governo. Sempre foi de conhecimento do Secretário Bacci que Yeda Crusius não tinha sido minha candidata nem no primeiro, nem no segundo turno. E olha que voltei ao Sul somente para votar, nos dois turnos.</p>
<p>Ao aceitar o convite, sabia onde estava me metendo. Nunca me esqueço de uma frase que escutei de um servidor da SSP, nos primeiros dias da gestão Bacci, dentro do Gabinete dele, com relação ao que acontecia no DETRAN: “Se houver justiça nesse país, e essas falcatruas forem denunciadas, tem gente que vai sair algemada desse prédio”. Não precisou de muito tempo prá isso acontecer, como sabemos. </p>
<p>Pode parecer oportunista dizer isso agora, depois de tudo, mas é a verdade. E isso não me exime nem apaga de forma alguma minha participação nesse governo; sequer o fato de, posteriormente, ter me filiado ao PSDB. Sempre achei mais eficiente lutar dentro do sistema do que de fora dele; desde que se mantenha a coerência, a ética, a combatividade e a vergonha na cara. E minhas escolhas são fruto dessa percepção. </p>
<p>Certo ou errado é assim que penso. Já não tenho mais idade de fugir das contradições, e arco com o ônus disso. Entrei no momento que julguei adequado, não me afastei um milímetro daquilo que acreditava, fiz o que achava certo e fui saído pelos fatos que são de conhecimento público. </p>
<p>Sendo uma pedra no sapato de muita gente, minha permanência no governo por mais de dois anos foi um verdadeiro milagre. Não facilitei a vida deles; nem quando estava dentro, nem quando saí. Só isso já fez valer a pena.</p>
<p>Como não sou profissional da política, e não preciso dela para sobreviver, pouco me importa a quem vou desagradar. </p>
<p>Não sei se respondi a tua pergunta, mas acho que é isso.</p>
<p>Abraço!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Hélio Sassen Paz</title>
		<link>http://rsurgente.opsblog.org/2010/03/20/deficit-zero-e-sustentado-por-campanha-de-desinformacao/comment-page-1/#comment-20567</link>
		<dc:creator>Hélio Sassen Paz</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Mar 2010 14:15:21 +0000</pubDate>
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		<description>A despeito da sua preferência ideológica e do excelente trabalho de esclarecimento neste blog que comprova a sua honestidade, gostaria de saber do sr. Adão Paiani o que o motivou a, inicialmente, crer e trabalhar junto a esse antro de larápios.

[]&#039;s,
Hélio</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A despeito da sua preferência ideológica e do excelente trabalho de esclarecimento neste blog que comprova a sua honestidade, gostaria de saber do sr. Adão Paiani o que o motivou a, inicialmente, crer e trabalhar junto a esse antro de larápios.</p>
<p>[]&#8216;s,<br />
Hélio</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Adão Paiani</title>
		<link>http://rsurgente.opsblog.org/2010/03/20/deficit-zero-e-sustentado-por-campanha-de-desinformacao/comment-page-1/#comment-20566</link>
		<dc:creator>Adão Paiani</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Mar 2010 13:53:43 +0000</pubDate>
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		<description>Déficit zero e/ou superávit primário à custa de redução ou zero 

investimento nas áreas prioritárias de qualquer governo; segurança, 

saúde, educação e infraestrutura; mais do que conversa mole prá boi 

dormir, é crime. 


Assim é fácil; qualquer rastaqüera administra, passa por 

um governo e ainda sai incensado como mago da administração pública.


Estado não existe para dar lucro, mas para atender as necessidades 

básicas dos cidadãos e retribuir aquilo que arrecada em impostos. Nem 

mínimo, nem máximo, mas no tamanho necessário e com eficiência no 

cumprimento de suas obrigações.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Déficit zero e/ou superávit primário à custa de redução ou zero </p>
<p>investimento nas áreas prioritárias de qualquer governo; segurança, </p>
<p>saúde, educação e infraestrutura; mais do que conversa mole prá boi </p>
<p>dormir, é crime. </p>
<p>Assim é fácil; qualquer rastaqüera administra, passa por </p>
<p>um governo e ainda sai incensado como mago da administração pública.</p>
<p>Estado não existe para dar lucro, mas para atender as necessidades </p>
<p>básicas dos cidadãos e retribuir aquilo que arrecada em impostos. Nem </p>
<p>mínimo, nem máximo, mas no tamanho necessário e com eficiência no </p>
<p>cumprimento de suas obrigações.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: silvia</title>
		<link>http://rsurgente.opsblog.org/2010/03/20/deficit-zero-e-sustentado-por-campanha-de-desinformacao/comment-page-1/#comment-20565</link>
		<dc:creator>silvia</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Mar 2010 11:49:08 +0000</pubDate>
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		<description>Marco bom dia,
Embora saiba de sua ligação com os judeus, mesmo entendendo que o programa &quot;Hora Israelita&quot;da Band, aos domingos, seja ASPENAS um programa político da direita reacionária, hoje eles se superaram. Seguidamente a Monica Leal é convidada a participar, hoje ela aproveitou o programa para se despedir, afinal será candidata a deputada estadual, mais um premio da abelha rainha à amiga tão devotada e leal. Enalteceu seus feitos junto a Secretaria da Cultura através &quot;de um modelo de gestão fantástico,  afinal tirou previlégios de alguns por isso as críticas ao seu trabalho, mudou o local da secretaria economizando um aluguel de 20.000,00 ao mês, mais 17.000,00 com despesas administrativas, investiu muito em cantores nativistas - Expointer - implementou políticas públicas grandiosas na cultura&quot;ou seja, ela conseguiu revolucionar a secretaria com redução de custos, &quot;graças a competência da governadora, em todos os sentidos&quot;mas em nenhum momento comentou sobre os desvios em sua secretaria.

Quanto a visita do Lula à Israel foi um massacre. Colocaram comentaristas políticos no ar, afinal êles tem vários espalhados pelo mundo, dizendo que o Lula apenas defende seus amigos/aliados - Fidel Castro, Hugo Chavez, presidente do Irã e PASMEM, Bin Ladell (não sei se é essa a grafia ). A visita foi um grande vexame, se expôs ao papel de pasivista mas deu um tiro no pé, alertou a população da América Latina sobre o golpe da ditatura através da esquerda mas em momento algum comentou sobre as atrocidades que os judeus cometem assassinando mulheres, crianças palestinas. Realmente foi uma aula da direita como pinçar os meios de comunicação fazendo política através do MEDO.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marco bom dia,<br />
Embora saiba de sua ligação com os judeus, mesmo entendendo que o programa &#8220;Hora Israelita&#8221;da Band, aos domingos, seja ASPENAS um programa político da direita reacionária, hoje eles se superaram. Seguidamente a Monica Leal é convidada a participar, hoje ela aproveitou o programa para se despedir, afinal será candidata a deputada estadual, mais um premio da abelha rainha à amiga tão devotada e leal. Enalteceu seus feitos junto a Secretaria da Cultura através &#8220;de um modelo de gestão fantástico,  afinal tirou previlégios de alguns por isso as críticas ao seu trabalho, mudou o local da secretaria economizando um aluguel de 20.000,00 ao mês, mais 17.000,00 com despesas administrativas, investiu muito em cantores nativistas &#8211; Expointer &#8211; implementou políticas públicas grandiosas na cultura&#8221;ou seja, ela conseguiu revolucionar a secretaria com redução de custos, &#8220;graças a competência da governadora, em todos os sentidos&#8221;mas em nenhum momento comentou sobre os desvios em sua secretaria.</p>
<p>Quanto a visita do Lula à Israel foi um massacre. Colocaram comentaristas políticos no ar, afinal êles tem vários espalhados pelo mundo, dizendo que o Lula apenas defende seus amigos/aliados &#8211; Fidel Castro, Hugo Chavez, presidente do Irã e PASMEM, Bin Ladell (não sei se é essa a grafia ). A visita foi um grande vexame, se expôs ao papel de pasivista mas deu um tiro no pé, alertou a população da América Latina sobre o golpe da ditatura através da esquerda mas em momento algum comentou sobre as atrocidades que os judeus cometem assassinando mulheres, crianças palestinas. Realmente foi uma aula da direita como pinçar os meios de comunicação fazendo política através do MEDO.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Tupamaro</title>
		<link>http://rsurgente.opsblog.org/2010/03/20/deficit-zero-e-sustentado-por-campanha-de-desinformacao/comment-page-1/#comment-20562</link>
		<dc:creator>Tupamaro</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Mar 2010 02:19:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://rsurgente.opsblog.org/?p=5209#comment-20562</guid>
		<description>Esplêndido, nunca um economista, só podia ser filho do keynesiano John Kenneth Galbraith, foi tão claro, límpido e direto.  No gogó dos pilantras neoliberais, que vendem gato por lebre para os incautos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esplêndido, nunca um economista, só podia ser filho do keynesiano John Kenneth Galbraith, foi tão claro, límpido e direto.  No gogó dos pilantras neoliberais, que vendem gato por lebre para os incautos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Hélio Sassen Paz</title>
		<link>http://rsurgente.opsblog.org/2010/03/20/deficit-zero-e-sustentado-por-campanha-de-desinformacao/comment-page-1/#comment-20561</link>
		<dc:creator>Hélio Sassen Paz</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Mar 2010 01:00:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://rsurgente.opsblog.org/?p=5209#comment-20561</guid>
		<description>Marco,

Belíssima lembrança!

Exatamente: quando o Estado se endivida, procura compensar emitindo títulos da sua dívida. Consequentemente, passa a competir com os bancos - muitas vezes (diria felizmente) de maneira até desleal.

Se não fosse assim, os EUA, o maior PIB com a maior dívida do planeta, não teria nem uma coisa, nem outra.

Para o Estado, o dinheiro não passa de um instrumento de troca. Para o mercado financeiro, de fonte de lucro para si e de desigualdade social. Quando o Estado assume o papel do banco, este perde a razão de ser.

O negócio é bater na tecla do que esses desgovernos fazem com o dinheiro público (tanto o da doida varrida como o do pacato passivo): ao invés de investir em infraestrutura, saúde, pequeno agricultor, educação, etc. ou investe em publicidade, ou aplica no mercado financeiro.

E os dividendos desse investimento? Vão parar nas mãos de quem?

Nome aos bois, descrição desses mecanismos, comparações entre o antes e o depois: esse procedimento restauraria a verdade e seria assim mais facilmente levado para fora do âmbito do nosso campo ideológico, gerando mais massa crítica.

[]&#039;s,
Hélio</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marco,</p>
<p>Belíssima lembrança!</p>
<p>Exatamente: quando o Estado se endivida, procura compensar emitindo títulos da sua dívida. Consequentemente, passa a competir com os bancos &#8211; muitas vezes (diria felizmente) de maneira até desleal.</p>
<p>Se não fosse assim, os EUA, o maior PIB com a maior dívida do planeta, não teria nem uma coisa, nem outra.</p>
<p>Para o Estado, o dinheiro não passa de um instrumento de troca. Para o mercado financeiro, de fonte de lucro para si e de desigualdade social. Quando o Estado assume o papel do banco, este perde a razão de ser.</p>
<p>O negócio é bater na tecla do que esses desgovernos fazem com o dinheiro público (tanto o da doida varrida como o do pacato passivo): ao invés de investir em infraestrutura, saúde, pequeno agricultor, educação, etc. ou investe em publicidade, ou aplica no mercado financeiro.</p>
<p>E os dividendos desse investimento? Vão parar nas mãos de quem?</p>
<p>Nome aos bois, descrição desses mecanismos, comparações entre o antes e o depois: esse procedimento restauraria a verdade e seria assim mais facilmente levado para fora do âmbito do nosso campo ideológico, gerando mais massa crítica.</p>
<p>[]&#8216;s,<br />
Hélio</p>
]]></content:encoded>
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