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O “crime de opinião” que derrubou editora da CNN


A agência Reuters contou, por meio de uma pequena nota, o episódio da demissão da jornalista Octavia Nasr, pela CNN. O motivo da demissão: crime de opinião. A CNN demitiu sua editora de noticiário do Oriente Médio por causa de uma mensagem publicada em sua página no Twitter onde ela manifestou “respeito” pelo ex-dirigente do Hezbollah, Sayyed Mohammed, que morreu no final de semana passado. Octavia tinha 20 anos de trabalho CNN. O que ela escreveu no twitter e causou sua demissão foi: “(Fiquei) triste por saber do falecimento do Sayyed Mohammed Hussein Fadlallah…Um dos gigantes do Hezzbollan que eu respeito muito”. Parisa Khosravi, vice-presidente-sênior da CNN International Newsgathering, afirmou em um memorando interno que “teve uma conversa” com a editora e “decidimos que ela irá deixar a companhia”. Procurada pela Reuters, a CNN não se manifestou.

3 Comentários on “O “crime de opinião” que derrubou editora da CNN”

  1. #1 Carlo Ponti Silvo
    on Jul 8th, 2010 at 9:37 pm

    Enquanto isso no Brasil,quando alguém fala em controle da sociedade sobre o trabalho das empresas de comunicação,como existe em países como a Suécia,por exemplo,logo alguém fala em censura
    Os EUA não eram um exemplo de liberade de expressão?Curioso
    CArlo Ponti Silvo

  2. #2 Renato Arthur
    on Jul 9th, 2010 at 9:57 am

    Aquí no Brasil não é diferente, são raríssimos os caso de um colunista discordar da política editorial da empresa que trabalha. Atualmente comenta-se sobre o afastamento do jornalista Heródoto Barbeiro do roda viva ao questinar Serra sobre os pedágios. Não há nada comprovado mas a sua substituição ainda não foi esclarecida e fica a dúvida no ar. Por essa razão a tal “liberdade de imprensa” é uma mistificação e sua real função é atuar como um partido político sem voto e legitimidade defendendo, o interesse e o “capital” de seus donos.

  3. #3 ralf oliveira
    on Jul 12th, 2010 at 4:54 pm

    “Posso não concordar com uma só palavra que dizes, mas lutarei até a morte o vosso direito de pronuncia-la” Voltaire

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