A pesquisa Ibope divulgada hoje, além de pesquisar a intenção de voto, também perguntou sobre a preferência partidárias dos eleitores brasileiros. O PT aparece em primeiro lugar, disparado, com 27% das preferências. Considerando a disputa presidencial, o PSDB de José Serra tem apenas 5% de preferência, enquanto que o PV, de Marina Silva, tem 3%. O quadro da preferência partidária é o seguinte:
Fonte: Blog de Fernando Rodrigues


on Sep 29th, 2010 at 12:55 pm
Estes 27/30% é o patamar de saída do PT em qualquer eleição. É só não se deixar enganar no discurso que o PT não tem como perder eleição neste país.
Mas o que o PT tem que fazer agora é alavancar os novos líderes do partido para as eleições municipais em 2012. Eu pessoalmente acho que o deputado estadual Fabiano Pereira é um dos nomes que poderia ser observado mais de perto pelo partido parta uma candidatura a prefeito de Porto Alegre. Se quiserem ganhar a prefeitura de Porto Alegre dentro de 2 anos, já no dia 4 de outubro o PT terá que botar a máquina partidária para funcionar.
on Sep 29th, 2010 at 2:11 pm
Estive no comício da Dilma em Porto Alegre semana passada, lá pude aferir que o PT se tornou um partido de massas realmente, aonde se via muita gente com cara de classe média, hoje, vê-se o povão, perifa total.
Quer dizer, o PT conseguiu ser percebido pela população, de todos os extratos sociais (menos os mais e muito ricos) como um partido político que defende os pobres e as classes médias trabalhadoras.
on Sep 30th, 2010 at 4:04 am
É bom o PT aproveitar bem esse capital político, porque novos partidos surgidos por demandas de novos debates surgiram com possibilidade de grande dimensão na classe média, estes se enraizaram sem eles perceberem. E na nova economia do conhecimento, a defesa de mecanismos de democracia direta, transparência pública ( todos documentos do governo deverão ser públicos, com excessão dos de estado ), construção politica colaborativa e defesa de liberdade na internet, estarão na pauta dos cidadãos nos próximos anos. Se o PT continuar essa falta de oxigenação pela tendência majoritária que comanda o partido, essa do corporativismo sindical e que faz tudo pra se manter no poder, até aliança com Collor e cia. Vamos ver as cenas dos próximos capítulos, no pós-eleição?