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Barulho e problema de acesso: moradores querem mudança de local do Planeta Atlântida

Na última quinta-feira, 27, estiveram reunidos na Promotoria de Capão da Canoa a representante do Grupo RBS, advogada Sylvia Bezerra Gomes, a presidente do inquérito civil relativo ao Planeta Atlântida, promotora Roberta Morillos Teixeira, a promotora Anelise Grehs Stifelman e a coordenadora do Centro de Apoio Operacional da Infância e da Juventude, Maria Ignez Franco Santos, para debater como será feita a fiscalização do Planeta Atlântida 2011.

Durante a reunião, ficou estabelecida a colocação de catracas divididas por idades, na entrada do evento, separando os menores de 18 anos dos maiores, que receberão uma pulseira de identificação. Não será admitido o ingresso de pessoas alcoolizadas a ponto de colocar em risco a coletividade e será exigida a apresentação de documento que comprove a idade.

O Grupo RBS deve entregar ao MP a relação dos estabelecimentos que, no interior do evento, comercializarão água e bebidas alcoólicas, informando o responsável pela fixação do preço. Ficou assegurada a presença das entidades Vida Urgente e Ficar (Instituto Igor Carneiro), com acesso também à área VIP, que têm o objetivo de sensibilizar os jovens quanto à ingestão de bebidas alcoólicas.

Também foi sugerida a busca de um novo local para a realização do evento para as próximas edições, devido a inúmeras reclamações apresentadas pelos moradores das proximidades da Saba, na praia de Atlântida, que reclamam do barulho e da dificuldade de chegar às suas moradias. No evento de 2011 estará proibido o ingresso de menores de 14 anos, ainda que acompanhados dos pais, continuando em vigor as cláusulas dos termos de ajustamento de conduta firmados no ano de 2000 entre o MP e o Grupo RBS. (As informações são do Ministério Público do Rio Grande do Sul)

5 Comentários on “Barulho e problema de acesso: moradores querem mudança de local do Planeta Atlântida”

  1. #1 Bianca
    on Jan 28th, 2011 at 10:54 pm

    Poxa, são 2 dias somente de festa!!! E é de fácil acesso para quem vai para o maior evento do planeta, pois a maioria dos planetários não vão de carro próprio, e se for afastado da cidade dificulta muito o acesso…sem falar em congestionamento em estradas o q dificultará mais ainda.
    São 2 dias no ano todo q tem um evento desse porte, conhecido no país inteiro e querem complicar com isso…
    Muito injusto!!!

  2. #2 jorge Loeffler
    on Jan 29th, 2011 at 9:55 am

    Nós que vivemos aqui pensamos diferente. Essa bagunça reune farofeiros de todos os níveis sociais. E vem muito maconheiro também. É a verdadeira Festa da Fumaça. Que levem paa Tramandaí ou mesmo Capão da Canoa e nós ficaemos felizes. Já vão tarde essa criança da sem pais e a Rede Bunda Suja. Nós não precisamos disto mesmo. Podem levar o nome de um de nossos balneários para onde bem entenderem desde que bem longe daqui.

  3. #3 jorge Loeffler
    on Jan 29th, 2011 at 11:45 am

    Obrigado Bianca por admitir que o povão toma conta e enche os bolsos dessa gente de dinheiro enquanto nos infernizam por três intermináveis dias. Ao fim restam toneladas de lixo que este prefeitinho servil a essa gente leva muito tempo para recolher.
    Vai ao link que posto abaixo e vais ter uma ideia do que de fato ocorre em nosso cidade durante essa praga.

    http://www.litoralmania.com.br/colunas.php?id=1444

  4. #4 Fernando
    on Jan 29th, 2011 at 4:19 pm

    Tá bom Jorge. Tira o Planeta Atlântida(que nunca fui, nem vou) que todos os maconheiros, cheiradores e tomadores de “bala” irão sumir. A praia se tornará limpa, os carros com som alto irão embora, o lixo sera retirado e o “centrinho” de Atlântida se tornará silencioso feito um cemitério.

    Não seja tão radical. Senão nem Jimbaran para eu ir aos sábados vai sobrar. Grande abraço!

  5. #5 jorge Loeffler
    on Jan 29th, 2011 at 5:35 pm

    Pois émeu amigo assim penso e quanto a essa praga da rede Bunda suja nãoarredopé. O Jimbaran é igualmente um problema, pois quando ali há festas o som ecoa aqui no cenro de Xangri-Lá. Sei que emos a Patra. Ocorre que esta tem um decibelímetro comprado por mim na presidnciada ACOPRAX, mas alguma estranha razão não faz questão de fiscalizar e fechar. Mas fique tranquilo, pois podem levar isto também para Tramandaí ou Capão, pois nós não nos importaremos.
    Divirtam-se desde que não nos infernizem a vida.

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