O Coletivo Catarse entrevistou Helder Santos, estudante de História da UNIPAMPA, em Jaguarão (RS). Helder é baiano e chegou à universidade pelo ENEM. Ele abandonou a cidade por risco de morte após denunciar ter sido vítima de racismo e agressões por parte de integrantes da Brigada Militar. Na entrevista, Helder Santos fala sobre a perseguição que sofreu em Jaguarão e volta a denunciar que foi alvo de racismo e de ameaças, inclusive de morte.

on Mar 28th, 2011 at 4:04 pm
Então, não é só o Neymar, né??
E dizem que aqui não há racismo……
on Mar 28th, 2011 at 4:57 pm
Beleza, queria ver com o Tarso se ele faz a defesa desse jovem em público como fez com o Batistti. Não creio que haja mudado a orientação da Brigada Militar com a saída da Yeda Crusius.
on Mar 28th, 2011 at 5:34 pm
Certamente esperamos que o Gov. Tarso Genro implemente uma mudança radical nos comandos da Brigada Militar do Estado do RS, em que fica evidente que desde o tempo do Sec. Otávio Germano foi montada uma estrutura militar a fim de se usar a máquina pública do Estado do RS, neste caso a Brigada Militar – a fim de resguardar o patrimônio privado de grandes pecuaristas neste RS.
Se analisarmos o que feito na gestão do Sec. Otávio Germano, temos a certeza que o Gov. do Estado na época utilizou todos os mecanismos e recursos necessários para aparelhar regiões do Estado do RS, claro isto ao custo de recursos públicos. Na verdade o que ocorre em muitas regiões do RS é a estrutura da Brigada Militar cuidado do patrimônio privado de gente muito influente.
Tais fatos ocorrem em outras regiões, mas como não dá para enganar a todos, felizmente este caso venho à tona, a fim de demonstrar o papel exercido em várias regiões por parte da Brigada Militar.
Aliás por parte da Instituição Brigada Militar não podemos esperar muito pelos devidos esclarecimentos, visto que a mesma se comporta como se fosse o quarto poder neste RS.
Com certeza o povo gaúcho espera de imediato por parte do Sr. Governador Tarso as mudanças necessárias e imediatas no âmbito da Brigada Militar.
Imagine que outros casos já ocorreram e não chegam a mídia, talvez neste caso a agilidade em demonstrar e denunciar aos meios através da mídia e dos órgãos competentes, fará que haja uma investigação a fundo dos fatos relatados.
A população aguarda manifestação por parte do Ministério Público do RS, face a gravidade dos fatos.
on Mar 28th, 2011 at 6:51 pm
Já houve o caso daquele menino boxeador de Osório, executado por um PM, numa mistura de racismo e inveja. Agora este fato asqueroso em Jaguarão. Sabe o que eles dizem? “É sensacionalismo…”, “estamos apurando…”, “não vamos fazer julgamentos apurados…”, “Abrimos IPM…”.
Se qualquer um de nós bater boca com um brigadiano na rua, por mais razão que possamos ter, não tem nada disso. Só cala boca, borrachadas e gás de pimenta.
E o IPM vira peso para porta depois.
on Mar 29th, 2011 at 1:54 am
Cara
Ele tem sorte de não ter caido pros granadero no Uruguai, do outro lado da ponte, aí sim ele ia táva lascado, literalmente.
on Mar 29th, 2011 at 10:38 am
Caro Lucas,
Não vejo relação entre os dois casos.
Também não acho que seja fácil e/ou rápido alterar o perfil de uma instituição como a Brigada Militar.
É um grande desafio que precisa ser encarado não só pelo Governo do Estado, mas por toda a sociedade.
on Mar 29th, 2011 at 1:08 pm
Tento em vista que para determinado tipinho de gente nós somos um País, então a BM inicou a segunda tentiva de branqueamento da população do Rio Grande do Sul. Desse jeito não vai sobrar nenhum “neguinho”.
Pra que serve a BM ?
Seria melhor desmontar essa anomalia e criar uma polícia de verdade?