O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) publicou a nova lista do trabalho escravo no Brasil, atualizando o cadastro de empregadores flagrados submetendo trabalhadores a uma condição análoga a do trabalho escravo. A nova lista tem 251 infratores, entre pessoas físicas e jurídicas. Em relação à lista anterior, foram incluídos 48 empregadores e excluídos definitivamente cinco empregadores. Há cinco nomes do Rio Grande do Sul na lista:
Cleber Vieira da Rosa & Cia. Ltda. (Rod. RST-101, Km 154, Nº 5000, Mostardas) – três trabalhadores resgatados em situação de trabalho escravo
De Bona e Marghetti Ltda. (Rod. RSC-101, São José do Norte) – cinco trabalhadores resgatados
Paulo Cezar Segala (BR 285, Km 51, Rondinha, Zona Rural, Bom Jesus) – 24 resgatados
Valnei José Queiroz (RST 101, Zona Rural, Capão da Areia, São José do Norte) – 6 resgatados
Ricardo Peralta Pelegrine (Zona Rural, Cacequi) – 4 resgatados
Segundo o MTE, as principais causas da manutenção do nome na lista são a não quitação das multas, a reincidência na prática do ilícito e ações tramitando no Judiciário. No período que estão com o nome no cadastro, os empregadores não podem receber financiamentos com recursos públicos. (Veja aqui a nova lista atualizada)

on Aug 1st, 2011 at 2:38 pm
Marco,
falei pelo twitter e acho oportuno aqui também, não são dois, mas cinco nomes do RS na lista…
Cleber Vieira da Rosa (Rod. RST-101, Km 154, Nº 5000, Mostardas – RS) 3 trabalhadores
De Bona e Marghetti (Rod. RSC-101, São José do Norte – RS) 5 trabalhadores
Paulo Cezar Segala (BR 285, Km 51, Rondinha, Zona Rural, Bom Jesus – RS) 24 trabalhadores
Ricardo Peralta Pelegrine (Zona Rural, Cacequi – RS) 4 trabalhadores
Valnei José Queiroz (RST 101, Zona Rural, Capão da Areia, São José do Norte – RS) 6 trabalhadores
on Aug 1st, 2011 at 3:50 pm
Obrigado, Zasso. Já fiz a correção.
on Aug 1st, 2011 at 7:24 pm
Uma triste, porém já esperada, constatação para um nortense. Há algum tempo circulava na cidade boatos sobre as condições de trabalho de quem era empregado no corte e na extração de resina da monocultura de pinus, e os nomes que estão indicados para propriedades em São José do Norte tratam desse ramo. Além do impacto ambiental que causam, promovendo desertificação de extensas áreas do município, também atacam o trabalho humano, forçando o condicionamento de pessoas a ritmos desumanos de serviço. Triste situação enfrentada por São José do Norte. Marco, muito obrigado pela divulgação.